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322 milhões de pessoas sofrem de depressão

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De  Ricardo Figueira
322 milhões de pessoas sofrem de depressão

<p>O dia 7 de abril, Dia Mundial da Saúde, este ano é dedicado à depressão.</p> <p>Esta decisão vem da Organização Mundial de Saúde, ao mesmo tempo que publica um <a href="http://apps.who.int/iris/bitstream/10665/254610/1/WHO-MSD-MER-2017.2-eng.pdf">relatório</a> segundo o qual cerca de 322 milhões de pessoas estão afetadas, em todo o mundo, por esta doença. É um aumento de 18% em relação a 2005.</p> <div class="infogram-embed" data-id="casos_de_depressao_em_milhoes_por_regiao_oms" data-type="interactive" data-title="Casos de depressão (em milhões) por região OMS"></div><script>!function(e,t,n,s){var i=“InfogramEmbeds”,o=e.getElementsByTagName(t),d=o<sup class="footnote"><a href="#fn93328484263784f0d60fb0">0</a></sup>,a=/^http:/.test(e.location)?“http:”:“https:”;if(/^\/{2}/.test(s)&&(s=a+s),window[i]&&window[i].initialized)window[i].process&&window[i].process();else if(!e.getElementById(n)){var r=e.createElement(t);r.async=1,r.id=n,r.src=s,d.parentNode.insertBefore(r,d)}}(document,“script”,“infogram-async”,”//e.infogr.am/js/dist/embed-loader-min.js”);</script> <div class="infogram-embed" data-id="prevalencia_da_depressao" data-type="interactive" data-title="Prevalência da depressão"></div><script>!function(e,t,n,s){var i=“InfogramEmbeds”,o=e.getElementsByTagName(t),d=o<sup class="footnote"><a href="#fn93328484263784f0d60fb0">0</a></sup>,a=/^http:/.test(e.location)?“http:”:“https:”;if(/^\/{2}/.test(s)&&(s=a+s),window[i]&&window[i].initialized)window[i].process&&window[i].process();else if(!e.getElementById(n)){var r=e.createElement(t);r.async=1,r.id=n,r.src=s,d.parentNode.insertBefore(r,d)}}(document,“script”,“infogram-async”,”//e.infogr.am/js/dist/embed-loader-min.js”);</script> <p>A atribuição do dia mundial é acompanhada por uma campanha batizada <a href="http://who.int/campaigns/world-health-day/2017/campaign-essentials/en/">Falemos sobre depressão</a>. A <span class="caps">OMS</span> classifica a doença como a maior causa de baixas médicas no mundo.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">The number of people with <a href="https://twitter.com/hashtag/depression?src=hash">#depression</a> is increasing. People of all ages suffer from it. <a href="https://twitter.com/hashtag/LetsTalk?src=hash">#LetsTalk</a> about depression <a href="https://t.co/PzKn93ZBXo">https://t.co/PzKn93ZBXo</a> <a href="https://t.co/1gYNir6rNq">pic.twitter.com/1gYNir6rNq</a></p>— <span class="caps">WHO</span> (@WHO) <a href="https://twitter.com/WHO/status/834717042611724288">February 23, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <h3>Suicídio</h3> <p>Estima-se que, em 2015, 788.000 tenham morrido como resultado de suicídios. O número de tentativas falhadas é muito maior ainda. O suicídio representou 1,5% do total de mortes do ano e esteve entre as 20 principais causas de morte. Entre os jovens dos 15 aos 29 anos, é mesmo a segunda causa de morte. </p> <p>Mesmo se 78% dos suicídios ocorreram em países de rendimentos médios ou baixos, as taxas de suicídio mais altas encontram-se entre os homens dos países onde os salários são mais elevados.</p> <h3>O que é a depressão?</h3> <p><strong>Os sinais de alerta são a tristeza, a perda de interesse ou de prazer, sentimento de culpa ou baixa de autoestima, distúrbios no sono e no apetite, cansaço e quebra na concentração.</strong></p> <p>A depressão pode ser duradoura ou recorrente. Na forma mais severa, pode levar ao suicídio. </p> <p>Os dois principais tipos de depressão são a <strong>Distimia, também chamada transtorno depressivo persistente</strong>, geralmente mais leve mas prolongada no tempo, e a <strong>depressão severa ou episódio depressivo severo</strong>, em que os sintomas são mais intensos, mas a duração mais curta.</p> <p>É também importante distinguir a depressão que afeta pessoas com ou sem historial de episódios maníacos. O <strong>transtorno bipolar afetivo</strong> caracteríza-se por episódios maníacos e depressivos intercalados por períodos de disposição normal.</p> <p>Os <strong>transtornos de ansiedade</strong> incluem também o <strong>transtorno da ansiedade generalizada</strong>, o <strong>pânico</strong>, as <strong>fobias</strong>, o <strong>transtorno obsessivo-compulsivo</strong> e o <strong>stress pós-traumático</strong>. </p> <div class="infogram-embed" data-id="prevalencia_dos_transtornos_mentais_mais_comuns" data-type="interactive" data-title="Prevalência dos transtornos mentais mais comuns"></div><script>!function(e,t,n,s){var i=“InfogramEmbeds”,o=e.getElementsByTagName(t),d=o<sup class="footnote"><a href="#fn93328484263784f0d60fb0">0</a></sup>,a=/^http:/.test(e.location)?“http:”:“https:”;if(/^\/{2}/.test(s)&&(s=a+s),window[i]&&window[i].initialized)window[i].process&&window[i].process();else if(!e.getElementById(n)){var r=e.createElement(t);r.async=1,r.id=n,r.src=s,d.parentNode.insertBefore(r,d)}}(document,“script”,“infogram-async”,”//e.infogr.am/js/dist/embed-loader-min.js”);</script>