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Explicação de Damasco sobre massacre químico não será credível, dizem peritos

A explicação do massacre de Idblib com o bombardeamento de um paiol de munições não será realista.

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Explicação de Damasco sobre massacre químico não será credível, dizem peritos

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A explicação do massacre de Idblib com o bombardeamento de um paiol de munições não será realista.

“Essa é a opinião de alguns analistas“http://www.leparisien.fr/flash-actualite-monde/la-these-d-un-accident-a-khan-cheikhoun-est-fantaisiste-estiment-des-experts-06-04-2017-6830988.php que afirmam que uma situação do género teria uma assinatura diferente, o agente não se disseminaria em forma de aerossol e não seria tão mortífero.

Sobre qual o químico usado, quase todos os indícios apontam para o sarin.

“É um agente de atuação muito rápida. O cloro é diferente, o cloro é um agente que atua por intoxicação com sintomas horríveis, também, mas o cloro fere mais do que mata. O sarin é para matar e o sarin foi proibido, sendo um dos principais gases nervosos usados em guerra”, diz Andy Oppenheimer, britânico perito em armas químicas.

A Turquia anunciou ter realizado autopsias aos corpos das vítimas de Idlib e os resultados confirmam tratar-se de sarin.

26 vez mais mortal do que gás de cianeto, o Sarin corrompe o comando respiratório no sistema nervoso central e paralisa os músculos em torno dos pulmões.

Sintomas: náuseas, violentas dores de cabeça, visão turva, convulsões, paragem respiratória, perda de consciência.