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China lidera a aplicação da pena de morte no mundo


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China lidera a aplicação da pena de morte no mundo

A China é a nação que mais recorre à pena de morte.
A aplicação da sentença máxima no globo coloca países como Irão, Arábia Saudita (154), Iraque (88) e Paquistão (87) ao lado da China onde milhares de pessoas são anualmente executadas.

A denúncia vem da organização não-governamental (ONG) de direitos humanos Amnistia Internacional num relatório global sobre a pena capital em 2016.

A ONG salienta ainda que 3.117 pessoas foram condenadas à morte em 55 países. O número total de sentenças sofreu um aumento significativo em relação a 2015 (1.998) e também a 2014 (2.466).

No topo da tabela, com maior número de condenações está a China, seguida da Nigéria (527), Paquistão (360), Bangladesh (245) e Egipto (237).

William Neef da AMI explica: “O que queremos dizer ao governo chinês é muito simples – que mostre todas as informações que tem sobre a pena de morte, como as Nações Unidas o exigem desde há 40 anos e como eles próprios, nos últimos anos, disseram. Eles querem ser mais abertos, querem pôr fim ao secretismo então que publiquem os documentos legais.”

O relatório sublinha que, pela primeira vez desde 2006, os Estados Unidos não estão entre os cinco primeiros da lista dos países que mais executam, apresentando o menor número de mortes pela pena capital desde 1991, com 20 execuções em 2016. Portugal aboliu a pena de morte há 150 anos.

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