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G7 não aplica sanções à Rússia e Síria


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G7 não aplica sanções à Rússia e Síria

Os ministros dos Negócios Estrangeiros do G7 não conseguiram chegar a acordo sobre a aplicação de sanções à Rússia e à Síria, como consequência do bombardeamento químico em Idlib, atribuído ao governo de Bashar el-Assad. Boris Johnson, ministro dos Negócios Estrangeiros do Reino Unido, tinha exortado a Rússia a deixar de apoiar o regime sírio.

“Neste momento não há consenso para novas sanções que possam servir como instrumento eficaz para chegar ao nosso objetivo em relação à Síria. As sanções nunca devem ser vistas como um fim, são um meio para atingir um objetivo”, disse o MNE italiano, Angelino Alfano, anfitrião do encontro.

A este encontro dos ministros dos negócios estrangeiros do G7 juntaram-se os chefes da diplomacia de vários estados aliados. Para o secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, a prioridade é afastar Bashar el-Assad do poder: “É claro, para todos nós, que o reino da família Assad está a chegar ao fim. Queremos criar um futuro para a Síria que seja estável e seguro. A Rússia pode fazer parte desse futuro e desempenhar um papel importante, ou manter esta aliança que pensamos que não vai servir os interesses da Rússia muito mais tempo”.

De Lucca, em Itália, onde decorreu a cimeira, Tillerson voou para Moscovo. Não há nenhum encontro programado com Vladimir Putin. O chefe da diplomacia americana deve limitar-se a ver o homólogo russo Serguei Lavrov. O recente bombardeamento americano de uma base síria gelou as relações entre Washington e Moscovo.

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