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70.º Festival de Cannes quer refletir sobre o mundo em que vivemos


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70.º Festival de Cannes quer refletir sobre o mundo em que vivemos

A 70.ª edição do Festival de Cannes abre com a exibição de Les Fantômes de Ismael, um filme de Arnaud Desplechin.

O programa foi anunciado esta quinta-feira pelo diretor geral do certame, Thierry Frémaux, e a seleção oficial conta com 12 películas realizadas por mulheres.


O presidente do Festival de Cannes deseja que esta edição seja um espaço de reflexão sobre o momento que o mundo atravessa:

“Queremos que o festival seja uma lufada de ar fresco, uma pausa que nos dê a oportunidade de falar apenas de cinema. Mas, dado que o cinema é o reflexo do mundo, obrigatoriamente vamos falar do que está a acontecer no mundo, vamos falar de política e dos temas que interessam tanto à França como a todo o planeta”, referiu Pierre Lescure.


A competição conta com o mais recente trabalho de Sofia Coppola, The Beguiled, a história de uma rapariga, durante a Guerra Civil norte-americana, que vive isolada do mundo num colégio interno onde a calma é interrompida pela chegada de um soldado ferido em batalha.

Michael Haneke leva a Cannes Happy End, com Isabelle Huppert, Toby Jones e Mathieu Kassovitz, um drama sobre uma família em Calais, no norte de França, que tem por pano de fundo a crise dos refugiados na Europa.

Ainda em competição está “Rodin”, o novo filme de Jacques Doillon.


Muito aguardada em Cannes é a exibição de dois novos episódios da mítica série “Twin Peaks”, que marca o regresso de David Lynch à televisão. A exibição no pequeno ecrã arranca nos Estados Unidos a meio do festival na Riviera francesa, que irá decorrer de 17 a 28 de maio.

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