This content is not available in your region

Filipinas: Reconstruir e recomeçar, um desafio depois de Haiyan.

Access to the comments Comentários
De  Monica Pinna
Filipinas: Reconstruir e recomeçar, um desafio depois de Haiyan.

<p>*Com mais de 20 ciclones tropicais por ano, o arquipélago das Filipinas é um dos países “com maior risco risco de catástrofes naturais”:<br /> http://reliefweb.int/sites/reliefweb.int/files/resources/philippine_hazard_profile_2017_v2.pdf. Segundo o Governo, o ciclone <em>Haiyan</em>, de 2013, foi um dos mais devastadores de sempre, com 6200 mortos.*</p> <p>O <a href="http://www.unocha.org/">Escritório das Nações Unidas para a Coordenação de Assuntos Humanitários</a> diz que foram afetadas entre 14 a 16 milhões de pessoas e que quatro milhões ficaram sem casa. <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="it"><p lang="en" dir="ltr">Over 20 <a href="https://twitter.com/hashtag/cyclones?src=hash">#cyclones</a> per year hit the <a href="https://twitter.com/hashtag/Philippines?src=hash">#Philippines</a>. <a href="https://twitter.com/hashtag/aidzone?src=hash">#aidzone</a> went to see what's being done in terms of <a href="https://twitter.com/hashtag/risk?src=hash">#risk</a> reduction after <a href="https://twitter.com/hashtag/Haiyan?src=hash">#Haiyan</a> <a href="https://twitter.com/eu_echo"><code>eu_echo</a> <a href="https://t.co/FhSR9stzOd">pic.twitter.com/FhSR9stzOd</a></p>&mdash; Monica Pinna (</code>_MonicaPinna) <a href="https://twitter.com/_MonicaPinna/status/851802201223823360">11 aprile 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <br /> A Euronews esteve no arquipélago das <a href="http://reliefweb.int/sites/reliefweb.int/files/resources/phl-ocha-r8_profile-a3_jan2017_0.pdf">Visayas Orientais</a>, ilha de Leyte, onde entrou em contacto com pequenas comunidades, afetadas pelo <a href="http://reliefweb.int/sites/reliefweb.int/files/resources/philippines_haiyan_en.pdf">ciclone Haiyan</a>.</p> <p>Ficámos a conhecer o sistema de alerta, concebido para prevenir situações como as provocadas por Haiyan e, sobretudo, para salvar vidas e impedir que as dimensões das catástrofes sejam ainda maiores.</p> <p>Em <strong>Barangay Tagkip</strong> e <strong>Barangay Bayabas</strong>, foram lançados vários projetos de desenvolvimento, financiados por diferentes atores internacionais, como a <a href="http://ec.europa.eu/echo/files/aid/countries/factsheets/philippines_en.pdfTWEETS">União Europeia</a> e a <span class="caps">ONG</span> Accord:http://www.acordinternational.org/, com o objetivo de reconstruir zonas sinistradas, mas também de educar as populações. <br /> —> One photo of a building destroyed by Haiyan along the coast <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="it"><p lang="en" dir="ltr">The Philippines became a model in risk reduction after the cyclone Haiyan killed over 6,200 people in 2013.Soon on <a href="https://twitter.com/hashtag/aidzone?src=hash">#aidzone</a>. <a href="https://t.co/JpUznC0TNh">pic.twitter.com/JpUznC0TNh</a></p>— Monica Pinna (@_MonicaPinna) <a href="https://twitter.com/_MonicaPinna/status/851801305089789952">11 aprile 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <br /> No entanto, muitas são as famílias que <strong>resistem</strong> a abandonar as habitações precárias onde subsistem, pois preferem permanecer na <strong>orla costeira</strong>, apesar dos riscos, a mudarem-se para zonas mais seguras, onde as casas, mais recentes e construidas de acordo com novas técnicas, são mais <strong>resistentes</strong> a tempestades tropicais.</p> <p>Em <strong>2010</strong>, antes do ciclone Haiya, o Governo de Manila adotou um <strong>plano nacional de gestão de catástrofes</strong>, mas muitos disseram que tudo não tinha passado de uma declaração de boas intenções.</p> <p>No entanto, para <strong>Pierre Prakash</strong>, especialista em proteção civil e ajuda humanitária na Comissão Europeia, depois de Haiyan, podemos falar numa mudança real de políticas de prevenção e mesmo de reconstrução. <br /> <script id="infogram_0_crise_ciclones_filipinas_2017" title="Crise ciclones Filipinas 2017" src="//e.infogr.am/js/dist/embed.js?Tdx" type="text/javascript"></script> <br /> Prakash explicou à Euronews que, para reduzirmos os riscos em caso de catástrofe, “é necessário que as comunidades sejam mobilizadas e que seja preparada uma estrutura para o efeito a nível nacional.”</p> <p>“Assim, preparam-se os residentes, mas também se trabalha com o Governo do país, de forma a que exista uma coordenação nos diferentes níveis administrativos, como as povoações, os distritos, as províncias e o Governo nacional”, continuou Pierre Prakash. </p> <p>“As Filipinas constituem um modelo neste tipo de sistema de emergência, pois têm, de facto, esse tipo de estrutura”, concluiu. <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en-gb"><p lang="en" dir="ltr">In <a href="https://twitter.com/hashtag/Philippines?src=hash">#Philippines</a> w/ <a href="https://twitter.com/euronews"><code>euronews</a>, shooting <a href="https://twitter.com/hashtag/AidZone?src=hash">#AidZone</a> on <a href="https://twitter.com/hashtag/Disaster?src=hash">#Disaster</a> Risk Reduction - What changed since <a href="https://twitter.com/hashtag/typhoon?src=hash">#typhoon</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/Haiyan?src=hash">#Haiyan</a>? <a href="https://t.co/H9pF4sEvV4">pic.twitter.com/H9pF4sEvV4</a></p>&mdash; Pierre Prakash (</code>ECHO_Asia) <a href="https://twitter.com/ECHO_Asia/status/847404695433785344">30 March 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <br /> </p>