This content is not available in your region

Guerra de palavras entre fundador do Wikileaks e o novo diretor da CIA

Access to the comments Comentários
De  Francisco Marques
Guerra de palavras entre fundador do Wikileaks e o novo diretor da CIA

<p>Está criada uma nova guerra de palavras entre o fundador e responsável editorial do Wikileaks, o australiano Julian Assange, e o chefe dps serviços secretos dos Estados Unidos. A curiosidade é que o agora visado era há poucos meses um defensor da plataforma digital pirata.</p> <p>Eleito por Trump para chefiar os serviços secretos e no primeiro discurso desde que assumiu as novas funções, na quinta-feira, Mike Pompeo, o novo diretor da <span class="caps">CIA</span>, afirmou ser “tempo de chamar o Wikileaks pelo que é: um serviço secreto hostil não-estatal incitado por países como a Rússia”, considerando-o “um perigo para a segurança nacional” norte-americana.</p> <p>“Na verdade, (o Wikileaks) não defende nada a não ser as próprias celebridades. Vende apenas engodo para cliques. Não tem moral e a sua missão é o auto engrandecimento pela destruição dos valores ocidentais”, acusou Pompeo.</p> <div style="float: none; clear: both; width: 100%; position: relative; padding-bottom: 56.25%; padding-top: 25px; height: 0;"> <iframe style="position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%;" src="https://www.youtube.com/embed/0067wS26n_E" frameborder="0" allowfullscreen></iframe> </div></p> <p>Refugiado desde junho de 2012 na embaixada do Equador em Londres, no Reino Unido, para evitar um pedido de extradição da Suécia por alegada agressão sexual, o australiano Julian Assange não se ficou perante as acusações e, pelo Twitter, acusou a <span class="caps">CIA</span> de ter gerado grupos terroristas como a Al-Qaida ou o “daesh” ou até ditadores como Pinochet.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"align="center"><p lang="en" dir="ltr">Called a “non-state intelligence service” today by the “state non-intelligence agency” which produced al-Qaeda, <span class="caps">ISIS</span>, Iraq, Iran & Pinochet.</p>— Julian Assange (@JulianAssange) <a href="https://twitter.com/JulianAssange/status/852694457602506752">14 de abril de 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>O curioso das alegações de Pompeo, <a href="http://www.cbsnews.com/news/pompeo-slams-wikileaks-but-he-and-trump-tweeted-praise-of-wikileaks-during-campaign/">lembraram alguns meios de comunicação norte-americanos como a <span class="caps">CBSN</span>ews</a>, é que, tal como o próprio Trump, durante a campanha presidencial o agora diretor da <span class="caps">CIA</span> considerava publicamente o Wikileaks “uma fonte credível” sobre Hillary Clinton e os Democratas.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"align="center"><p lang="en" dir="ltr">Mike Pompeo, once a WikiLeaks fan, attacks it as a hostile agent <a href="https://t.co/5k39K1VGzU">https://t.co/5k39K1VGzU</a></p>— The New York Times (@nytimes) <a href="https://twitter.com/nytimes/status/852710778247499777">14 de abril de 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"align="center"><p lang="en" dir="ltr">Huma calls it a “<span class="caps">MESS</span>,” the rest of us call it <span class="caps">CORRUPT</span>! WikiLeaks catches Crooked in the act – again.<a href="https://twitter.com/hashtag/DrainTheSwamp?src=hash">#DrainTheSwamp</a> <a href="https://t.co/juvdLIJPWu">https://t.co/juvdLIJPWu</a></p>— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) <a href="https://twitter.com/realDonaldTrump/status/789487320290430976">21 de outubro de 2016</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>