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Facebook testa tecnologia para ler pensamentos

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De  Euronews
Facebook testa tecnologia para ler pensamentos

<p><strong>Que o Facebook se tornou numa ferramenta omnipresente e, consideram alguns, omnipotente, não é novidade. Que o Facebook consiga</strong> <a href="https://www.buzzfeed.com/alexkantrowitz/are-you-ready-to-trust-facebook-with-your-brain?utm_term=.yhdY3NeRR#.itmx9lWJJ">ler os nossos pensamentos</a>... <strong>Vamos debruçar-nos sobre o assunto.</strong></p> <p>A informação <a href="http://www.techradar.com/news/from-bots-to-your-brain-facebooks-vision-for-the-future-comes-into-focus">surgiu na conferência F8</a>, um encontro que a plataforma de Mark Zuckerberg promove <a href="http://observador.pt/2017/04/19/f8-facebook/">para mostrar as mais recentes novidades</a> aos <em>developers</em>. Como era esperado, a realidade aumentada, a inteligência artificial e as novas funcionalidades do Messenger dominaram o evento. Mas <a href="http://www.bbc.com/news/technology-39648788">o anúncio disruptivo foi outro</a>. </p> <iframe src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Fzuck%2Fvideos%2F10103661167577621%2F&show_text=0&width=560" width="560" height="315" style="border:none;overflow:hidden" scrolling="no" frameborder="0" allowTransparency="true" allowFullScreen="true"></iframe> <p>Em 2015, Zuckerberg já abordava a possibilidade de comunicarmos telepaticamente através da tecnologia. Um cenário muito remoto, diríamos. Talvez nem tanto. Regina Dugan, que comanda os destinos da inovação do Facebook através da chamada equipa Building 8, apresentou um projeto de <em>“discurso silencioso”</em>, que inclui testes junto de uma paciente com esclerose lateral amiotrófica. Um elétrodo é implantado na zona onde o cérebro processa as funções motoras. Esse elétrodo “grava” os movimentos neuronais à medida que a utilizadora imagina o percurso de um cursor, ensinando um computador a integrar os trajetos. </p> <p>Até agora, foi possível escrever oito palavras por minuto. Dugan espera que, em breve, se possa digitar 100 vocábulos por minuto, cinco vezes mais rápido do que num <em>smartphone</em>. E mais do que suficiente para compor um <em>post</em> no Facebook. <em>“Parece impossível, mas estamos mais próximos do que se pensa”</em>, afirma.</p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">“What if you could type directly from your brain?” Regina Dugan on Facebook's wild and secretive research <a href="https://twitter.com/hashtag/f82017?src=hash">#f82017</a> <a href="https://t.co/6X0kl6sBk7">https://t.co/6X0kl6sBk7</a> <a href="https://t.co/CaIKJNeQkM">pic.twitter.com/CaIKJNeQkM</a></p>— James Martin (@Jamesco) <a href="https://twitter.com/Jamesco/status/854760524118056960">19 de abril de 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Não se trata, portanto, de <em>“ler mentes ao acaso”</em>, sublinha a chefe do misterioso Building 8, que salienta o caráter voluntário e intencional da experiência para o utilizador. Segundo Zuckerberg, <em>“os nossos cérebros produzem dados suficientes para transmitir quatro filmes HD por segundo”</em>, embora não seja muito claro como chegou a essa conclusão.</p> <p>No entanto, Dugan garante que a evolução tecnológica do Facebook não se fará sem ter em conta as consequências eventualmente produzidas.</p>