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Venezuela: A "mãe de todas as marchas" repete-se esta quinta feira


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Venezuela: A "mãe de todas as marchas" repete-se esta quinta feira

A oposição venezuelana saiu às ruas esta quarta-feira, um pouco por todo o país, naquilo a que chamou a “mãe de todas as marchas”, contra o presidente Nicolas Maduro e para pedir eleições.

Em Caracas, várias marchas com 26 pontos de partida diferentes tinham como destino a Defensoria del Pueblo, no centro da cidade, tido como bastião chavista. A repressão policial fez-se sentir e o balanço do dia teve três mortos registados, dezenas de feridos e centenas de detidos.

No total, são já sete os manifestantes mortos por grupos armados não identificados.

Das centenas de milhares de pessoas que se manifestaram, parte respondia, por sua vez, aos apelos do governo e do chavismo para assinalar os 207 anos de um acontecimento popular que figura como o primeiro passo da independência da Venezuela de Espanha.

Foi a estes que o Presidente Maduro disse querer ganhar: “Eu quero ganhar esta batalha, agora. E quero que as pessoas se preparem para vencer pacificamente e com votos. Quero que nos preparemos para uma vitória eleitoral total.”

Nicolas Maduro fala em pacifismo, mas a Mesa da Unidade Democrática, a oposição venezuelana, fala em repressão do governo e convocou novas manifestações, nos mesmos locais e à mesma hora, esta quinta-feira, para a combater.

Os protestos duram há três semanas.

A vaga de manifestações começou a 1 de abril depois da decisão do Supremo Tribunal de Justiça de assumir poderes do Parlamento, mesmo que, 48 horas depois, tenha retrocedido na decisão.

11 países latino-americanos tomaram posição sobre as manifestações Venezuelanas,pedindo esta segunda feira a Caracas que garanta o direito de protresto pacífico, – face à repressão das forças da ordem que detiveram mais de 200 pessoas – mas o governo venezuelano classificou o apelo como “ingerência grosseira”.

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