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Presidenciais francesas: boletins de voto já preenchidos no ultramar e estrangeiro

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De  Euronews
Presidenciais francesas: boletins de voto já preenchidos no ultramar e estrangeiro

<p>Com um dia de antecedência, os territórios ultramarinos franceses deram início à votação para as eleições presidenciais, numa primeira volta que se anuncia renhida, com dois dos 11 candidatos a serem escolhidos.</p> <p>A votação antecipada pretende eliminar a influência dos resultados obtidos no continente, que começarão a ser conhecidos este Domingo, pelas 18 horas locais. </p> <p>Katia, residente na Guiana Francesa, afirmava depois de votar: “Queremos mostrar ao governo francês que estamos mobilizados, mesmo no voto. Não teria sentido não votar por isso é importante fazer ouvir a nossa voz através do voto e mostrar ao Estado francês que somos franceses.” </p> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="fr" dir="ltr">Les citoyens français votent aujourd’hui <a href="https://twitter.com/franceintheus"><code>franceintheus</a> et à travers les Etats-Unis pour élire leur prochain Président. <a href="https://twitter.com/hashtag/Presidentielle2017?src=hash">#Presidentielle2017</a> <a href="https://t.co/GWm45eCpNk">pic.twitter.com/GWm45eCpNk</a></p>— French Embassy U.S. (</code>franceintheus) <a href="https://twitter.com/franceintheus/status/855818194518507521">April 22, 2017</a></blockquote> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script> <p>Também no estrangeiro se começou a votar. Em Washington, Elodie Domenge, eleitora, frisava a importância destas eleições: “Penso que é um ponto de viragem para a França, dado o que se está a passar com o Brexit e com o presidente Trump. Isso motivou-me a vir hoje aqui votar.”</p> <p>Depois do Brexit e da eleição de Trump, poucos analistas excluem um eventual choque nos resultados, numa altura em que a França atravessa um período de incerteza política.</p> <p>Um outro eleitor francês em Washington sublinhava isso: “É uma eleição algo especial principalmente porque há muitos candidatos. Está tudo em aberto, qualquer coisa pode acontecer. É por isso que as pessoas se mobilizam.”</p> <p>A quinta maior economia mundial, membro permanente do Conselho de Segurança das Nações Unidas e membro central da União Europeia e do Tratado do Atlântico Norte, escolherá um novo presidente da República a 7 de Maio.</p> <p>Para já, a incógnita é saber quem serão os dois candidatos a enfrentar-se nessa altura.</p>