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Marcelo pede transparência política nas celebrações do 25 de abril


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Marcelo pede transparência política nas celebrações do 25 de abril

“Importa que todas as estruturas do poder político, do topo do Estado à Administração Pública e, naturalmente, aos tribunais, entendam que devem ser muito mais transparentes, rápidas e eficazes na resposta aos desafios e apelos deste tempo, revendo-se, reformando-se, ajustando-se” – foi assim que Marcelo Rebelo de Sousa deu o mote, na celebração dos 43 anos do 25 de abril.

Antes o chefe de Estado português tinha percorrido a Assembleia da República de cravo vermelho na mão e assim entrou na sessão solene. Para além do primeiro-ministro, António Costa, e de membros do governo, marcaram presença o líder do PSD, Pedro Passos Coelho, o antigo presidente Ramalho Eanes (Jorge Sampaio e Cavaco Silva não compareceram), Assunção Esteves, Mota Amaral, Adriano Moreira, Vasco Lourenço e Otelo Saraiva de Carvalho (ambos ausentes durante a governação de Passos Coelho), Francisco Louçã, Eduardo Lourenço, entre muitos outros.

Marcelo Rebelo de Sousa vai também condecorar hoje Francisco Sá Carneiro, a título póstumo. Durante a tarde, decorre o Desfile Popular na Avenida da Liberdade, em Lisboa. Nos jardins da residência oficial de António Costa, há um concerto de Jorge Palma, leitura de poemas por parte de Manuel Alegre e Vhils inaugura uma nova obra.

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