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Demissão do diretor do FBI gera polémica


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Demissão do diretor do FBI gera polémica

A notícia aterrou sobre James Comey: o director do FBI foi despedido esta terça-feira e reagiu voando de Los Angeles para Washington.

Comey investigava agora um eventual conluio de Trump com a Rússia nos resultados eleitorais americanos, depois de Trump o ter acusado de brandura na investigação do FBI à então candidata Hillary Clinton.

A análise política já começou. Sam Erman, Professor da USC Gould School of Law, afirma a propósito da inesperada decisão de Trump:

“É realmente notável a opção de se despedir um dos investigadores cimeiros de que se dispõe quando essa pessoa está a meio de uma investigação que pode envolver-nos ou a pessoas de destaque na nossa administração. Já vimos um presidente despedir pessoas que o investigavam, mas isso foi Richard Nixon e, a dado ponto, teve de se demitir.”

James Comey encontrava-se num evento de recrutamento em Los Angeles e a ausência abrupta foi comunicada ao mesmo tempo que a comoção no interior do FBI se expressava em elogios ao director da instituição nos últimos quatro anos.

Deirdre Fike, diretora adjunta da filial do FBI em Los Angeles, anunciou à plateia que aguardava a intervenção do agora ex-diretor a súbita mudança de planos e a ida para Washington e acrescentou:
“O director Comey estabeleceu realmente a diversidade como um dos novos valores centrais quando entrou porque acreditava profundamente na sua importância para a nossa organização.”

Já a diversidade de critério de Trump quanto às investigações do FBI causa tumulto. Na semana passada, Trump usou o twitter para dizer que Comey deixara Hillary Clinton impune. Esta segunda-feira disse que a história do conluio Rússia-Trump era um embuste.

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