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Trump defende o ter passado informações confidenciais a russos


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Trump defende o ter passado informações confidenciais a russos

O presidente dos EUA, Donald Trump, defendeu, terça-feira, o ter divulgado informações a altos funcionários russos na semana passada, dizendo que tinha o “direito absoluto” de o fazer e que o fez para que Moscovo intensifique a luta contra o grupo Estado Islâmico.

O presidente usou o Twitter para combater as críticas, incluindo de colegas republicanos, depois de relatos indicarem que durante uma reunião na Casa Branca ele revelou informações altamente confidenciais sobre uma operação do Estado islâmico.

O correspondente da euronews em Washington, Stefan Grobe, fez a analise deste tema:

“Pare por 1 minuto e pense no que teria acontecido se Hillary Clinton, a presidente Hillary Clinton tivesse feito isto. Os republicanos até a crucificavam, até mesmo por conversar com os russos sobre estes assuntos sensíveis na Sala Oval. E há outra coisa, Barack Obama foi criticado pelos republicanos por ter tirado o casaco na Sala Oval. É inacreditável. Eu ouvi, de um operacional republicano, gerente da campanha de John McCain, que este governo é a mentira e a deceção e a mentira. Isto não tem precedentes.
A grande maioria dos eleitores republicanos ainda o apoia, algo como 82 ou 84%. Saímos de Washington e conhecemos as pessoas, os eleitores de Trump que estão 100% de acordo com ele. Os republicanos no Congresso estão um pouco preocupados com isso. Eles vêem o caos em Washington e, por outro lado, vêem que não se podem distanciar muito do presidente, pelo menos este ano. No próximo ano, com uma eleição a chegar, a próxima eleição do Congresso, isso pode ser diferente Eu diria que, desde que Trump tenha o apoio dos eleitores principais, o apoio da América rural e dos operários, então os republicanos no Congresso irão, relutantemente, estar com ele. Se esses números caírem nas sondagens, então veremos um presidente bastante isolado no seu próprio partido.”

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