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União Europeia pede à Guiné-Bissau o cumprimento do Acordo de Conacri

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De  Euronews
União Europeia pede à Guiné-Bissau o cumprimento do Acordo de Conacri

<p>A chefe da diplomacia da União Europeia (UE) apelou esta sexta-feira aos responsáveis na Guiné-Bissau para que evitem qualquer ação fora da ordem constitucional e do primado da lei. Federica Mogherini pediu o cumprimento das recomendações da Comunidade Económica de Estados da África Ocidental (<span class="caps">CEDEAO</span>).</p> <p>Num comunicado divulgado pelo serviço de imprensa, Mogherini salientou que a missão na Guiné-Bissau da <span class="caps">CEDEAO</span>, que a UE apoia desde 2014, está em “processo de retirada gradual do país”. A chefe da diplomacia europeia pede a “todos os envolvidos que se abstenham de prestar declarações públicas e evitem qualquer ação fora da ordem constitucional e do primado da lei”.</p> <p>“A UE espera que as forças de defesa e de segurança não intervenham na crise política”, sublinhou.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">Political crisis in <a href="https://twitter.com/hashtag/Guinea?src=hash">#Guinea</a> Bissau is threatening the stability and the development of the country <a href="https://t.co/EyFKeZsduZ">https://t.co/EyFKeZsduZ</a></p>— Catherine Ray (@CatherineEUspox) <a href="https://twitter.com/CatherineEUspox/status/865551065231511553">19 de maio de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>A chefe da diplomacia da UE apelou também ao cumprimento do prazo dado, em abril, pela <span class="caps">CEDEAO</span> para a aplicação das diretrizes do Acordo de Conacri. No essencial, este tratado prevê a formação de um Governo consensual integrado por todos os partidos representados no Parlamento.</p> <p>“É importante que todos os atores políticos no país se empenhem no cumprimento do prazo de 30 dias” dado, em 25 de abril, pela <span class="caps">CEDEAO</span> para a aplicação das diretrizes do Acordo de Conacri.</p> <p>O comunicado assinado pela italiana refere ainda que “os indivíduos que impeçam a aplicação do Acordo de Conacri devem ser responsabilizados”.</p> <p>O referido acordo foi assinado em outubro de 2016 por diferentes atores políticos guineenses, para resolver a crise no país e se não for aplicado no prazo previsto, a <span class="caps">CEDEAO</span> poderá avançar com sanções.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/GuineaBissau?src=hash">#GuineaBissau</a>: <a href="https://twitter.com/UN"><code>UN</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/SecurityCouncil?src=hash">#SecurityCouncil</a> ‘ready to act’ if political crisis worsens <a href="https://t.co/9y01zfP0sa">https://t.co/9y01zfP0sa</a> <a href="https://t.co/tjBOLKAgAw">pic.twitter.com/tjBOLKAgAw</a></p>— UN News Centre (</code>UN_News_Centre) <a href="https://twitter.com/UN_News_Centre/status/863090014292516864">12 de maio de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>Na semana passada, também o Conselho de Segurança das Nações Unidas manifestou “profunda preocupação pela crise política e institucional na Guiné-Bissau” e assumiu-se “pronto a tomar as medidas necessárias se a situação se deteriorar.”</p> <p><b>Texto: Lusa</b> (IG/ MB)<br /> Edição: Francisco Marques</p></p>