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Manifestação Ocupa Brasília: Ministérios atacados e Forças Armadas convocadas


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Manifestação Ocupa Brasília: Ministérios atacados e Forças Armadas convocadas

Com Lusa e Agência Brasil.

A manifestação Ocupa Brasília, organizada pelos principais sindicatos brasileiros em colaboração com diferentes plataformas sociais, contou com a presença de cerca de 45 mil pessoas, segundo as autoridades – Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (Brasília). A Central Única dos Trabalhadores (CUT, sindicato) fala em cerca de 200 mil participantes.

Os manifestantes protestaram contra o mais recente episódio de corrupção, parte da chamada Operação Lava Jato, que envolve o próprio presidente da República, e contra as reformas levadas a cabo pelo Governo Federal brasileiro a respeito do mercado de trabalho e da segurança social.

Segundo a Agência Brasil, os manifestantes gritaram palavras de ordem contra o presidente Temer e pediram eleições presidenciais “o mais depressa possível.”




O que começou como uma marcha pacífica na capital Federal brasileira terminou com confrontos entre manifestantes e mebmros da Polícia Militar do Distrito Federal. Os media brasileiros falam na existência, entre os manifestantes, de um grupo de agitadores encapuzados, que levou a cabo atos de vandalismo.

Vários edifícios do Governo foram atacados, entre os quais as sedes dos Ministérios da Economia e da Agricultura.

As autoridades dizem que a Catedral Metropolitana de Brasília também foi atacada. Um pouco por todo o centro da cidade, mobiliário urbano foi destruído.

O presidente Michel Temer convocou as Forças Armadas para “ajudarem a manter a lei e a ordem.” Foram chamados mais de seis mil soldados.

“A manifestação estava prevista como pacífica”, disse Raul Jugmann, o ministro brasileiro da Defesa. “Ela degringolou na violência, no vandalismo, no desrepeito na agressão ao património público e na ameaça às pessoas”, continuou Jungmann.

Vários feridos e vários detidos

Houve vários detidos, a maioria dos quais por atos de violência e destruição do património público.

A Polícia Militar (PM) utilizou gás lacrimogéneo, balas de borracha e gás pimenta para disperar os manifestantes.

O Governo do Distrito Federal confirmou à Agência Brasil o uso de armas de fogo por parte de dois membros da PM. Foi aberto um inquérito para apurar o sucedido.

Um dos manifestantes feridos foi atingido por uma arma de fogo sofreu uma intervenção cirúrgica.

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