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Cerca de duas dezenas de manifestantes juntaram-se frente à sede do banco de investimento Goldman Sachs, em Nova Iorque, para denunciar os negócios celebrados entre esta instituição e o governo de Nicolás Maduro, na Venezuela. Ao mesmo tempo, celebram-se 60 dias de protestos ininterruptos em Caracas e outras cidades venezuelanas, contra a continuação no poder do sucessor de Hugo Chávez. A repressão fez já, pelo menos, 59 mortos.

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