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Autoridades rejeitam reividicação do Daesh

As autoridades filipinas rejeitam a revindicação do grupo Estado Islâmico no ataque a um casino que fez mais de 30 mortos

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Autoridades rejeitam reividicação do Daesh

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Armado com uma espingarda automática faz 34 mortos e mais de 50 feridos num casino de Manila nas Filipinas. O ataque aconteceu pouco depois da meia-noite.

Daesh anunciou de imediato que a ação foi realizada por um dos seus homens, mas as autoridades rejeitaram a reivindicação. Explicaram que o homem, cuja identidade não foi revelada, não disparou contra qualquer pessoa e que as baixas foram provocadas, na maior parte, por inalação de fumo.

“Eles podem reivindicar o que quiserem, podem fazer a propaganda que pretenderem, para mostrar ao mundo, mas no que diz respeito à Polícia, não podemos afirmar que foi um ato terrorista porque ele não magoou ninguém, não disparou contra ninguém ou fez explodir alguma coisa”, declarou Ronald dela Rosa, chefe da Polícia Nacional das Filipinas.

A polícia acredita que o indivíduo, estrangeiro, na posse de uma espingarda automática M4 e que sofreria de problemas psicológicos, colocou 2 milhões de euros de fichas do casino num saco, que o deixou para trás quando saiu da sala de jogo, antes de se imolar pelo fogo.

As autoridades procuram um potencial cúmplice.