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Coreia do Norte enfrenta novas sanções das Nações Unidas


Coreia do Norte

Coreia do Norte enfrenta novas sanções das Nações Unidas

Com Lusa

O Conselho de Segurança das Nações Unidas aprovou, por unanimidade, a junção a uma lista negra de 15 pessoas e quatro entidades ligadas ao programa de mísseis norte coreanos.

Contúdo, a China opôs-se a novas sanções propostas pelos Estados Unidos.

Os EUA e seus aliados estão em desacordo com a China e a Rússia sobre como controlar o programa de mísseis balísticos da Coreia do Norte, que Pyongyang diz visar desenvolver um míssil de longo alcance capaz de chegar aos Estados Unidos com uma ogiva nuclear.




Num discurso após a votação, a embaixadora dos EUA, Nikki Haley, disse que “o Conselho de Segurança está a enviar uma mensagem clara à Coreia do Norte: ‘Parem de disparar mísseis balísticos ou enfrentarão as consequências’”.

A embaixadora dos EUA junto das Nações Unidas exortou todos os países a romperem os laços diplomáticos com a Coreia do Norte, parar o comércio ilegal e cortar o financiamento para os programas nucleares e de mísseis do país.

Em contraste, o embaixador da China, Liu Jieyi, sublinhou que a resolução reiterou a importância de manter a paz e a segurança na península coreana e e expressou o compromisso do Conselho para com uma solução diplomática e política pacífica.

Liu referiu ainda que a China convidava todas as partes a implementar a resolução e “esforçar-se por uma solução pacífica da questão nuclear”.

Antes do voto de sexta-feira, a lista negra de sanções da Coreia do Norte nomeava 39 indivíduos e 42 entidades e grupos sujeitos a sanções.

Pyongyang anunciou recentemente o lançamento o disparo de um míssil sobre o mar do Japão o que provocou a condenação de vários países.

Foi o terceiro ensaio da Coreia do Norte em três semanas e o décimo segundo desde o princípio do ano, apesar das resoluções das Nações Unidas que proibem Pyongyang a manter o programa balístico e nuclear.