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Liga dos Campeões: A final que coloca frente a frente duas ideias


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Liga dos Campeões: A final que coloca frente a frente duas ideias

A melhor defesa contra o melhor ataque. A disciplina da Vecchia Signora contra a magia dos galácticos. A força do coletivo contra o expoente máximo do génio individual. A final da Liga dos Campeões, este sábado, entre Juventus e Real Madrid trata-se de um verdadeiro confronto de estilos e a história não podia traduzir um maior equilíbrio de forças, com dois empates e oito vitórias para cada lado nos 18 encontros efetuados nas competições europeias.

A única vez que os dois clubes mediram forças no encontro decisivo teve lugar em 1998, em Amesterdão, e o triunfo sorriu aos espanhóis graças a um tento solitário de Predrag Mijatović.

Os italianos perseguem o terceiro triunfo na competição mas as vitórias de 1985 e 1996 não escondem a maldição das finais perdidas. Já vão em seis, a última das quais há apenas dois anos frente ao Barcelona, mais do que qualquer outro clube.

E se o recorde de derrotas está do lado dos transalpinos, o recorde de vitórias desde sempre que está na posse dos merengues. Já somam onze, a última das quais a temporada passada frente aos vizinhos do Atlético de Madrid.

O Milan é quem mais se aproxima, com sete. Foi também o Milan a última equipa a levantar o troféu em dois anos consecutivos (1989 frente ao Steaua e 1990 contra o Benfica). Vinte e sete anos depois, Zinédine Zidane procura seguir os passos do mítico Arrigo Sacchi.

Os dois clubes procuram a cereja em cima do bolo numa temporada em que ambos venceram o seu campeonato nacional. O tira-teimas terá lugar este sábado no Millenium Stadium, em Cardiff, a partir das 19h45 (hora de Lisboa). A equipa de arbitragem será liderada pelo alemão Felix Brych.


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