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Rússia: Navalny avança em campanha eleitoral

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De  Euronews
Rússia: Navalny avança em campanha eleitoral

<p>Alexei Navalny, <a href="https://www.nytimes.com/2017/06/09/world/europe/aleksei-navalny-russia-election-putin.html?_r=1">líder da oposição russa, continua a desafiar o impedimento legal</a> de se candidatar às <a href="http://pt.euronews.com/2017/04/15/navalny-lanca-pre-campanha-para-as-presidenciais-russas-de-2018">presidenciais de 2018</a> e abriu mais uma sede de campanha.</p> <p>A <a href="https://eeas.europa.eu/headquarters/headquarters-homepage_en/20225/Statement%20by%20the%20Spokesperson%20on%20the%20verdict%20in%20the%20trial%20of%20Alexei%20Navalny">condenação por fraude em fevereiro</a> implica a ilegalidade de uma candidatura, mas Navalny quer enfrentar Putin.</p> <p>Recebido entusiasticamente em Perm, a sul de Moscovo, Navalny planeia ter 77 representações abertas em toda a Rússia, para uma campanha que se pauta pela insatisfação generalizada: </p> <p>“-Estamos satisfeitos com esta situação? -Não! (público). -Eu não estou satisfeito, de todo, há muitos, muitos anos. É por isso, esta campanha eleitoral. É por isso que venho de região em região para dizer coisas simples: ‘Ouçam, não estou satisfeito com isto, vocês não estão satisfeitos com isto. Mas durante 18 anos toda a gente foi mantida em silêncio’”, podia ouvir-se em Perm, após a abertura do gabinete de apoio à candidatura de Navelny para as presidenciais russas de 2018, com os apoiantes a crescer em número e motivação.</p> <p>Alexei Navalny <a href="http://pt.euronews.com/2017/04/12/navalny-quer-russos-na-rua-no-dia-nacional">convocou para 12 de Junho, dia da Rússia, um protesto</a> comum em 212 cidades do país, contra a corrupção na administração pública.</p> <p>Uma manifestação em Moscovo contra um programa de realojamento no centro da cidade, esta sexta-feira, contou com várias detenções, incluindo o líder do partido de oposição do partido Yabloko. Muitos manifestantes gritaram “Vergonha!” à altura da detenção frente ao parlamento russo e remeteram para dia 12 deste mês mais uma manifestação anti-governamental.</p>