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Pedrógão Grande: Cresce a polémica


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Pedrógão Grande: Cresce a polémica

A trovoada poderá ter lançado o rastilho, mas milhões de portugueses não podem deixar de questionar-se sobre o que levou à tragédia do incêndio que deflagrou em Pedrógão Grande.

Na boca de todos andam expressões como “falta de cordenação”, “falta de estratégia” e, sobretudo, “resposta lenta”.

Ouçamos o presidente dos bombeiros voluntários de Castanheira de Pêra, Baltazar Lopes: “Nós estivemos aqui esquecidos. Não tivémos aqui um único meio aéreo. Os corpos estiveram demasiado tempo para serem levantados. Depois desta catástrofe deveremos pensar, repensar em alterar aquilo que é a Proteção Civil no nosso país.”

Portugal pediu ajuda a Bruxelas 14 horas após a deflagração do incêndio. O centro de gestão de crise e ajuda à Proteção Civil respondeu três horas depois:

“Estamos conscientes que um Estado membro não pode enfrentar sozinho os desastres naturais que infelizmente ocorrem .Na época de verão são, sobretudo, os incêndios florestais, sobretudo nos países do sul da Europa, daí a importância desta ajuda suplementar por parte da União Europeia. Os planos a médio prazo premitem uma análises das necessidades”, diz o prta-voz da comissão, Martin Ruiz de Gordejuela.

Para já chegaram a Portugal sete aviões de combate às chamas provenientes de França, Itália e Espanha. As condições climatéricas continuam a dificultar o trabalho e o tempo não deve mudar até quarta-feira.


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