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Mali: Grupo ligado à Al-Qaida reivindica atentado que vitimou militar português


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Mali: Grupo ligado à Al-Qaida reivindica atentado que vitimou militar português

Um grupo armado próximo da rede Al-Qaida reivindicou o atentado que vitimou um militar português e outras quatro pessoas no domingo, na capital do Mali.

O movimento denominado Nusrat al-Islam wal Muslimeen, uma aliança de grupos islamitas chefiados por um líder Tuaregue e criado no ano passado, justificou a ação como “uma mensagem contra os cruzados presentes no país”.

O governo de Bamako afirma ter abatido quatro dos atacantes tendo detido cinco outros, após os confrontos que permitiram resgatar mais de 60 reféns.

O procurador antiterrorista, Boubacar Sidiki Samake, tinha já falado de um atentado terrorista:

“É verdade que, ao início, as pessoas pensavam que se tratava de um assalto mas dado o que aconteceu e as circunstâncias do ataque, percebemos que se tratava de um atentado terrorista”.

Os homens armados tinham irrompido num complexo turístico frequentado pelos militares estrangeiros no país, no domingo, disparando sobre os clientes.

Entre as vítimas mortais encontram-se dois membros da missão da União Europeia de formação das Forças Armadas do Mali, um dos quais um sargento português.

Um segundo operacional do país conseguiu escapar ileso.

O ataque ocorre num contexto de reacender de tensão no país, quando uma força de paz da ONU tenta estabilizar o território, após a intervenção francesa de há quatro anos para neutralizar a ofensiva islamita e tuaregue que tinha ocupado grande parte do norte do país.

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