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"Breves de Bruxelas": Prioridades orçamentais da UE e da NATO


A redação de Bruxelas

"Breves de Bruxelas": Prioridades orçamentais da UE e da NATO

Os membros europeus da NATO e o Canadá vão aumentar a despesa com a defesa em 4,3%, este ano, informou o secretário-geral da Aliança, na quarta-feira.

Esta decisão surge depois do Presidente dos EUA, Donald Trump, os ter criticado por não aumentarem os orçamentos militares. A ministra da Defesa alemã, Ursula von der Leyen, prometeu maior partilha do fardo, durante uma conferência de imprensa conjunta com o homólogo norte-americano, James Mattis.

Neste programa que passa em revista a atualidade europeia diária destacamos, ainda, a reflexão que a União Europeia está a fazer sobre as suas prioridades e os meios para as financiar.

A perspectiva da saída de um país contribuinte líquido, o Reino Unido, faz temer o aumento de tensão entre os restantes 27 Estados-membros. O comissário europeu para Orçamento e Recursos Humanos, Gunther Oettinger, pede que se façam opções claras.

A União Europeia adotou, formalmente, o prolongamento das sanções contra a Rússia por mais seis meses, mantendo restrições nos setores financeiro, energético e de defesa.

Os líderes europeus não deverão levantar essas sanções até que o acordo de paz de Minsk, que visa pôr fim ao conflito no leste da Ucrânia, esteja totalmente implementado.

O presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, e o Presidente do Conselho Europeu, Donald Tusk, chegam, quinta-feira, à Estónia, para uma visita de dois dias, que inclui a cerimónia de início da Presidência rotativa da União Europeia.

É a primeira vez que a Estónia assume a presidência semestral, que terminará em dezembro deste ano.