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Na cimeira do G20, o presidente norte americano, Donald Trump, enfrentou outros líderes mundiais sobre a questão da alteração climática, enquanto foi encontrado um compromisso num outro tema controverso, o protecionismo comercial.

Com Washington, foi alcançado um entendimento entre a condenação do protecionismo e o direito de se defender.

A declaração final da cimeira vai reconhecer aos Estados Unidos o direito de usar “instrumentos legítimos de defesa comercial”, informou uma fonte europeia.

É a primeira vez na história do G20 que a possibilidade de utilização destes instrumentos de defesa comercial é mencionada.

Entretanto, o papa Francisco manifestou, sábado, preocupação face à possibilidade de “alianças muito perigosas”, especialmente para os emigrantes, entre as 20 maiores economias mundiais, segundo o jornal italiano La Repubblica.

“Temo alianças muito perigosas entre poderes que têm uma visão distorcida do mundo: América e Rússia, China e Coreia do Norte, Putin e Assad na guerra a Síria”, disse Jorge Bergoglio numa entrevista ao jornal.

Recordando que no G20 estão incluidos um número reduzido de países, que representam 90% da produção mundial de bens e serviços, o Papa considerou que tal “deve levar os participantes a uma profunda reflexão”.