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É oficial: Mossul está libertada das mãos do grupo Estado Islâmico. A declaração foi proferida pelo primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, através de um comunicado emitido pelo seu gabinete. “O comandante em chefe das forças armadas, Haider al-Abadi, chegou à cidade libertada de Mossul e felicitou os combatentes heróicos e o povo iraquiano pela grande vitória”, refere o comunicado

Vários soldados iraquianos tinham já celebrado no sábado a vitória da reconquista da cidade aos jiadistas.

Os membros do exército iraquiano foram vistos a dançar ao som de um rádio de um camião por vários jornalistas no terreno.

No entanto, as forças Federais iraquianas não tinham ainda emitido qualquer declaração oficial de vitória sobre os militantes do Estado Islâmico.

Os exercito iraquiano tem recebido o apoio logístico e financeiro de uma coligação internacional liderada pelos Estados Unidos.

Os jiadistas do Daesh disseram, no entanto, que iriam “lutar até à morte”.

Cerca de um milhão de deslocados

Uma vez anunciada a tomada da cidade, é preciso saber o que fazer com os habitantes.

A ocupação de Mossul por parte dos jiadistas durante cerca de três anos deixou mais de um milhão de deslocados, depois de meses de combate contra o exército de Bagdade.

Muitos têm passado os últimos meses em campos fora dos limites da cidade, à mercê do calor que se faz
sentir na região.