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Mossul: a destruição após a guerra

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De  Euronews
Mossul: a destruição após a guerra

<p>Em Bagdade, os habitantes celebram a derrota do autoproclamado Estado Islâmico e a reconquista da cidade de Mossul, nas mãos dos jihadistas desde 2014.</p> <p>Um dia após o primeiro-ministro iraquiano, Haider al-Abadi, ter visitado as tropas naquela que foi a capital do califado do Daesh no país, as forças iraquianas lutam, ainda, com bolsas de jihadistas que persistem, na cidade velha, a oeste do rio Tigre.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Mosul?src=hash">#Mosul</a> is 100% freed from <span class="caps">ISIS</span> – PM Abadi <a href="https://t.co/vVjyJ6tdMB">https://t.co/vVjyJ6tdMB</a> <a href="https://t.co/d1H76xw2M8">pic.twitter.com/d1H76xw2M8</a> via <a href="https://twitter.com/iraqi_day"><code>iraqi_day</a></p>— Liveuamap MiddleEast (</code>lummideast) <a href="https://twitter.com/lummideast/status/884455466276978688">July 10, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>“Hoje, é um dia de honra para todos os iraquianos. A bandeira iraquiana foi hasteada na província de Nínive e o estado mítico acabou. Não há lugar para o Daesh em Nínive”, afirma um habitante de Bagdade.</p> <p>Antes de cair nas mãos dos jihadistas, Mossul era uma das cidades mais diversificadas e importantes do Iraque, com uma população de cerca de dois milhões de habitantes composta por árabes, curdos, assírios, turcomanos, entre muitas outras minorias étnicas e religiosas.</p> <p>Segundo as organizações humanitárias, cerca de metade da população foi obrigada a fugir. Milhares foram assassinados pelo Daesh.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr"><span class="caps">UNICEF</span> spokespeople available to discuss the situation in <a href="https://twitter.com/hashtag/Mosul?src=hash">#Mosul</a>. <a href="https://twitter.com/hashtag/mosulaid?src=hash">#mosulaid</a> Contact info here: <a href="https://t.co/pBwD1tFGSj">https://t.co/pBwD1tFGSj</a> <a href="https://t.co/Wkm56vC586">pic.twitter.com/Wkm56vC586</a></p>— <span class="caps">UNICEF</span> Iraq يونيسف (@UNICEFiraq) <a href="https://twitter.com/UNICEFiraq/status/884371541282217985">July 10, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>“É preciso lembrar-nos que há uma área muito grande à volta de Mossul, e outras áreas em outras partes do país, que foram, também, devastadas por este conflito. Então, quando olhamos para a reconstrução, não é apenas a zona ocidental de Mossul que precisa de recursos, mas toda a área à volta de Mossul. Há locais que tinham dezenas, centenas e até milhares de habitantes que estão completamente desertas,” lembra Melany Markham, do Conselho Norueguês de Refugiados.</p> <p>Três anos sob o jugo do autoproclamado Estado Islâmico e após quase nove meses de intensos combates entre os jihadistas e as forças de Bagdade, Mossul está reduzida a escombros.</p> <p>Além da reconstrução da cidade, as autoridades iraquianas têm, também, a difícil tarefa de gerir o sectarismo religioso que permitiu o surgimento do Daesh, na região.</p>