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Incêndio mortal em arranha-céus do Hawai

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Incêndio mortal em arranha-céus do Hawai

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A ausência de um sistema automático de extinção de incêndios poderá ter contribuído para o fogo que vitimou 3 residentes de um arranha-céus em Honolulu, no Hawai.

As chamas, cujas causas são para já desconhecidas, feriram pelo menos 12 pessoas obrigando à evacuação do edifício de 36 andares e mais de 580 apartamentos da torre Marco Polo.

O incêndio tinha sido declarado ao nível do 26o andar, antes de se propagar aos três pisos superiores. Os bombeiros necessitaram de várias horas para circunscrever o fogo, por entre relatos de residentes bloqueados em casa, ou impedidos pelo fumo de aceder aos pisos inferiores.

Os bombeiros prosseguiam esta manhã as buscas por sobreviventes na zona sinistrada do edifício.

O prédio, construído em 1971, não dispunha de um sistema de extinção de incêndios por aspersão, obrigatório apenas para os edifícios construídos após 1974.

A torre de apartamentos tinha sido já palco de um incêndio há quatro anos que destruiu dois apartamentos, sem provocar vítimas.