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Membros da Amnistia Internacional perseguidos na Turquia

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De  Euronews
Membros da Amnistia Internacional perseguidos na Turquia

<p><a href="https://www.theguardian.com/world/2017/jul/18/turkey-holds-six-rights-activists-on-charges-of-aiding-terror-group">A justiça turca libertou quatro dos dez membros da Amnistia Internacional detidos há quase duas semanas</a> Para os outros seis, a prisão preventiva foi prolongada.</p> <p>Os dez foram detidos quando participavam num seminário sobre segurança digital, numa ilha ao largo de Istambul.</p> <p>Entre os detidos está um cidadão alemão, <a href="http://www.spiegel.de/politik/ausland/tuerkei-deutscher-menschenrechtler-peter-steudtner-muss-in-haft-a-1158364.html">Peter Steudtner</a> que era um dos formadores do seminário onde foram detidos os dez elementos. </p> <p>Angela Merkel aproveitou um encontro com atletas em Berlim para reagir publicamente: </p> <p>“Este é outro caso onde, do nosso ponto de vista, pessoas inocentes estão a ser apanhadas nas malhas da justiça e acabam detidas. Isto é motivo de grande preocupação e nós vamos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para ajudar estas pessoas, particularmente no caso de Peter Steudtner”</p> <p>O caso está a provocar reações um pouco por toda a Europa. Ontem uma manifestação em Londres pedia a libertação dos mebros da Amnistia.</p> <p>O diretor da Amnisitia para a Europa e Ásia central, John Dalhuisen, diz que “na Turquia atual, não há espaço para uma sociedade civil crítica e independente, nem para uma informação crítica e independente. Isto está a ser retirado pela Turquia de Erdogan. A Turquia está a caminho de se tornar num sítio sombrio e perigoso”.</p> <p><a href="https://www.amnesty.org/en/latest/news/2017/07/jailing-of-activists-including-amnesty-director-a-crushing-blow-for-rights-in-turkey/">Entre os agora detidos está a diretora da Amnistia Internacional na Turquia, Idil Eser. O presidente da organização, Taner Kilic, já está em detenção desde junho</a></p> <p>Todos estão acusados de ligações a movimentos terroristas e particularmente à rede do clérigo muçulmano Fethullah Gulen, que Ancara acusa de ser responsável pela tentaitva de golpe de estado há um ano.</p>