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Destruição impede regresso a casa de residentes em Mossul

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De  Francisco Marques
Destruição impede regresso a casa de residentes em Mossul

<p>Centenas de residentes da zona oeste de Mossul, no norte do Iraque, têm cruzado o Rio Tigre para ver o estado em que ficaram as respetivas casas após o êxito da ofensiva que permitiu às forças iraquianas reconquistar a cidade do controlo do grupo terrorista autoproclamado Estado Islâmico (“daesh”/ <span class="caps">ISIL</span>).</p> <p>No entanto, o nível de destruição da zona empurra as pessoas de volta para leste, pela chamada Ponte da Vitória, uma das únicas travessias a pé do Rio Tigre que resistiu à guerra.</p> <p><blockquote class="twitter-video" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">During our <a href="https://twitter.com/hashtag/humanitarian?src=hash">#humanitarian</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/aid?src=hash">#aid</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/mission?src=hash">#mission</a> in northern Iraq, we have recently visited the liberated town of <a href="https://twitter.com/hashtag/Mossul?src=hash">#Mossul</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/aramaicrelief?src=hash">#aramaicrelief</a> <a href="https://t.co/uWNEPhE1ga">pic.twitter.com/uWNEPhE1ga</a></p>— <span class="caps">ARAMAIC</span> <span class="caps">RELIEF</span> (@AramaicRelief) <a href="https://twitter.com/AramaicRelief/status/888785083120979968">22 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>Jassim é uma dessas pessoas. Conta-nos ter encontrado na parte ocidental da cidade “uma zona deserta”. “Apenas se veem carros a passar. Não se vê ali ninguém a viver. Não há mercearias nem bens essenciais. Fomos lá e voltámos. Não há condições de vida”, explica-nos.</p> <p>Umm Khaled é outra residente da zona oeste de Mossul. Os militares disseram-lhe que a zona tinha sido libertada e quis ir ver. A casa tinha sido arrasada. Não encontrou nada. “Algumas das zonas libertadas já têm serviços”, mas não a de Khaled. “Parece uma cidade fantasma, onde se pode cheirar a morte e a destruição é enorme”, conclui.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="pt" dir="ltr">Estas crianças de <a href="https://twitter.com/hashtag/Mossul?src=hash">#Mossul</a> querem voltar para a escola, mas ela está destruída. Disseram que não têm onde estudar. <a href="https://twitter.com/hashtag/Iraque?src=hash">#Iraque</a> Via <a href="https://twitter.com/KRitzICRC"><code>KRitzICRC</a> <a href="https://t.co/TZsYTb2bjB">pic.twitter.com/TZsYTb2bjB</a></p>— CICV (</code>CICV_pt) <a href="https://twitter.com/CICV_pt/status/888018430561071104">20 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>O Iraque declarou vitória em Mossul a 09 de julho. Durante os nove meses da ofensiva para reconquistar a cidade do controlo dos jiadistas, o governo iraquiano estima que mais de 900.000 pessoas terão fugido de Mossul.</p> <p>O exército iraquiano difundiu, entretanto, algumas fotografias do que garante serem militantes do “daesh” capturados quando tentavam fugir de Mosul disfarçados de mulheres. Alguns dos retratados nem desfizeram a barba, limitando-se a colocar maquilhagem e a vestir tradicionais roupas islâmicas femininas que cobrem a quase totalidade do corpo.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">The Iraqi army released photos of <a href="https://twitter.com/hashtag/ISIS?src=hash">#ISIS</a> militants who attempted to flee <a href="https://twitter.com/hashtag/Mosul?src=hash">#Mosul</a> disguised as women! <a href="https://twitter.com/hashtag/TwitterKurds?src=hash">#TwitterKurds</a> <a href="https://t.co/TSpOED1r5J">pic.twitter.com/TSpOED1r5J</a></p>— Kurdistan24 English (@K24English) <a href="https://twitter.com/K24English/status/888721641282392064">22 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p>