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Fogos em Portugal, um mês depois de Pedrogão


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Fogos em Portugal, um mês depois de Pedrogão

Dois incêndios de grandes dimensões estavam em curso na manhã desta segunda-feira em Portugal, pouco mais de um mês após os fogos que mataram 64 pessoas na região centro do país.

Cerca de um terço dos dois mil operacionais envolvidos no combate a cerca de duas dezenas de fogos foram mobilizados para a Sertã, distrito de Castelo Branco, onde lavra o incêndio de maiores proporções.

Mais de uma vintena de concelhos portugueses estão considerados em risco de incêndio e colocados em alerta “máximo”.

O aumento do risco de incêndio florestal verificado em Portugal é consequência da diminuição da precipitação, um dos efeitos das alterações climáticas, segundo os coordenadores do projeto ClimAdaPT.Local#, que elabora estratégias municipais de adaptação às alterações climáticas. Dados da Agência Europeia do Ambiente (EEA, na sigla em inglês) apontam para uma diminuição média de precipitação, a partir de 1960, de 40 milímetros por década no Sul de Portugal, um valor correspondente a mais 200 milímetros em 56 anos.

As vítimas dos fogos do mês passado vão ser homenageadas numa cerimónia em Pedrógão Grande que conta com a presença do ministro da Defesa Nacional, Azeredo Lopes, um dia depois de os familiares terem anunciado que ponderam avançar com uma ação judicial contra o Estado, por falta de apoio.

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