Presidente Macron quer acelerar processos de pedido de asilo

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De  Antonio Oliveira E Silva
Presidente Macron quer acelerar processos de pedido de asilo

<p>O presidente francês, <strong>Emmanuel Macron</strong>, diz que não quer ver mais migrantes nas ruas do país e disse desejar que o problema seja resolvido até ao fim deste ano.</p> <p>Foi numa cerimónia de naturalização de um grupo de residentes, na cidade de <strong>Orleães</strong>, região Centro-Vale-de-Loire, que o presidente disse que são necessários mais albergues para acolher quem chega com dignidade. <br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="fr" dir="ltr">Je serai intraitable sur le droit d’asile. Celles et ceux en danger doivent être accueillis. <a href="https://t.co/1kZLz8Eesx">pic.twitter.com/1kZLz8Eesx</a></p>— Emmanuel Macron (@EmmanuelMacron) <a href="https://twitter.com/EmmanuelMacron/status/890539306519072768">27 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> O Governo francês quer acelerar os processos de pedido de asilo e reduzir o tempo de espera de 18 para seis meses. No entanto, quelas pessoas cujos pedidos sejam recusados, por outro lado, serão mais rapidamente levados a deixar o país.<br /> <br /> <strong>Diferencias migrantes e refugiados</strong><br /> <br /> Paris tem o objetivo de fazer a diferença entre aqueles que são realmente refugiados e os que emigram por <strong>razões económicas</strong>.</p> <p>O <strong>Governo</strong> francês quer ainda criar pontos de acolhimento na <strong>Líbia</strong> para quem queira pedir asilo. A ideia é fazer uma triagem dos pedidos e evitar que muitos se façam ao mar em embarcações precárias. </p> <p>Encontram-se, no país do norte de áfrica, milhares de migrantes e de refugiados que vivem com a esperança de chegarem ao continente europeu, via <strong>Mar Mediterrâneo</strong>.</p> <p>A organização <strong>Human Rights Watch</strong>, no entanto, diz-se preocupada com a ideia dos centros de triagem, sobretudo por questões de segurança e pela pressão a que podem dar origem na região.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="fr" dir="ltr"><a href="https://twitter.com/hashtag/Macron?src=hash">#Macron</a> s’exprime sur la question des <a href="https://twitter.com/hashtag/migrants?src=hash">#migrants</a> – Le Brief du jour <a href="https://t.co/GeszvbvolA">https://t.co/GeszvbvolA</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/lbdj?src=hash">#lbdj</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/rdc?src=hash">#rdc</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/tunisie?src=hash">#tunisie</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/trump?src=hash">#trump</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/vietnam?src=hash">#vietnam</a> <a href="https://twitter.com/hashtag/pologne?src=hash">#pologne</a></p>— <span class="caps">HRW</span> en français (@hrw_fr) <a href="https://twitter.com/hrw_fr/status/890557647325454336">27 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p>