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Polónia rejeita interferência da UE


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Polónia rejeita interferência da UE

O Presidente da Polónia, Andrzej Duda, promulgou um de três decretos aprovados pelo governo nacionalista que reforçam o seu domínio no sistema judicial.
As propostas causaram polémica. A comissão Europeia acredita que a independência política do Supremo Tribunal está ameaçada e discute a possibilidade de impor sansões a Varsóvia.

Mas o ministro da justiça polaco, Zbigniew Ziobro, rejeita a “interferência” da UE relativamente às reformas no sistema judicial dizendo que: “Aprendemos nas aulas de história, que os Países Baixos têm uma longa experiência no que toca ao colonialismo, mas os maus hábitos devem ser eliminados. Gostaria de pedir ao Sr. Timmermans para deixar de falar com tanta insolência e arrogância sobre a Polónia. Com os polacos e com as autoridades polacas porque merecemos e exigimos respeito”.

A Comissão Europeia deu um prazo de um mês às autoridades polacas para encontrarem uma solução para os problemas identificados no projeto de reforma.
A Polónia assistou a vários dias de protestos em Varsóvia e noutras cidades, com milhares de pessoas organizadas em manifestações e vigílias noturnas em frente aos tribunais, contra a reforma do sistema judicial.

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