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Primeiro-ministro japonês apela à solidariedade internacional depois de teste norte-coreano

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De  Antonio Oliveira E Silva
Primeiro-ministro japonês apela à solidariedade internacional depois de teste norte-coreano

<p><strong>Com Reuters e Yonhap</strong></p> <p>O teste com míssil balístico intercontinental norte-coreano (<span class="caps">IBM</span>, sigla em língua inglesa) terá atingido a <strong>Zona Económica Exclusiva</strong> do Japão, segundo o Governo nipónico.</p> <p>Depois do alegado teste, confirmado pela Coreia do Norte, o primeiro-ministro japonês, <strong>Shinzo Abe</strong>, convocou uma reunião do <strong>Conselho Nacional de Segurança</strong>.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">(<span class="caps">LEAD</span>) N. Korean TV discloses footage of midnight missile launch <a href="https://t.co/oVAMP6p4Ym">https://t.co/oVAMP6p4Ym</a></p>— Yonhap News Agency (@YonhapNews) <a href="https://twitter.com/YonhapNews/status/891201842323099648">29 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> Abe apelou à solidariedade da Comunidade Internacional:</p> <p>“Enquanto a Coreia do Norte continuar com estas provocações, os Estados Unidos, a Coreia do Sul e a Rússia, assim como toda a Comunidade Internacional devem adotar uma atitude de cooperação no sentido de pressionarem o país”, disse Abe.</p> <p>A televisão pública japonesa, <strong><span class="caps">NHK</span></strong>, mostrou imagens de um raio de luz que caiu em águas próximas da costa da ilha de Hokkaido (norte). Segundo a <span class="caps">NHK</span>, seriam a imagens do míssil balístico norte-coreano. <br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">Japan believes N.Korean missile <span class="caps">ICBM</span>-class <a href="https://twitter.com/hashtag/nhk_world_news?src=hash">#nhk_world_news</a> <a href="https://t.co/ZhYKKV7EId">https://t.co/ZhYKKV7EId</a></p>— <span class="caps">NHK</span> <span class="caps">WORLD</span> News (@NHKWORLD_News) <a href="https://twitter.com/NHKWORLD_News/status/891155330016477184">29 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> <strong>Kim Jong Un fala em “mais um sucesso</strong><br /> <br /> A Coreia do Norte divulgou também imagens que diz serem do segundo teste com um míssil balístico intercontinental. O lançamento do <strong>Hwasong-14</strong> terá tido lugar esta sexta-feira na província de Jagang (norte).</p> <p>Os norte-coreanos dizem ter, a partir de agora, a capacidade para atingir território continental dos Estados Unidos. Alguns analistas confirmam que pelo menos a <strong>costa californiana</strong> poderia ser atingida, nomeadamente a cidade de Los Angeles, no sul do estado.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr"><span class="caps">NHK</span> cameras in Hokkaido capture flash of light <a href="https://twitter.com/hashtag/nhk_world_news?src=hash">#nhk_world_news</a> <a href="https://t.co/VEgEaTztIR">https://t.co/VEgEaTztIR</a></p>— <span class="caps">NHK</span> <span class="caps">WORLD</span> News (@NHKWORLD_News) <a href="https://twitter.com/NHKWORLD_News/status/891095438740209664">29 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> <strong>Kim Jong Un</strong> definiu o lançamento como um <strong>“alerta a Washington”</strong> e às ameaças de guerra da parte da administração Trump.</p> <p>Administração Trump que reagiu sem demora. Washington, que acabou de aprovar um novo pacote de <strong>sanções</strong> à Rússia, ao Irão e à Coreia do Norte, considera que todas as opções podem vir a ser contempladas, no que a Pyongyang diz respeito.</p> <p>Os Estados Unidos e a Coreia do Sul levaram a cabo um <strong>exercício militar conjunto</strong> depois do teste norte-coreano, que incluiu o lançamento de mísseis. </p> <p>A <strong>China</strong> e a <strong>Rússia</strong> falam na possibilidade de <strong>novas sanções</strong> contra a Coreia do Norte. O caso de Pequim assume especial importância, já que a China é o principal aliado da Coreia do Norte na região, para desagrado das autoridades da <strong>Coreia do Sul</strong>.</p>