This content is not available in your region

Trump está dececionado com a China e explica porquê no Twitter

Access to the comments Comentários
De  Antonio Oliveira E Silva
Trump está dececionado com a China e explica porquê no Twitter

<p><strong>Donald Trump</strong>, o presidente dos Estados Unidos, diz que a China não está a pressionar <strong>Pyongyang</strong> e que está dececionado com Pequim no que ao <strong>programa nuclear</strong> da Coreia do Norte diz respeito.</p> <p>Trump criticou antigos chefes de estado norte-americanos porque estes teriam deixado que a China lucrasse milhões e milhões de dólares em comércio com os Estados Unidos, enquanto Pequim “nunca fez nada por Wasghinton”.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">I am very disappointed in China. Our foolish past leaders have allowed them to make hundreds of billions of dollars a year in trade, yet…</p>— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) <a href="https://twitter.com/realDonaldTrump/status/891440474132795392">29 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> O presidente dos <span class="caps">EUA</span> avisou, por outro lado, que <strong>“a situação iria mudar.”</strong></p> <p>A posição do presidente Trump, dada a conhecer na rede social <strong><em>Twitter</em></strong>, surge depois do <strong>segundo teste</strong> com um míssil balístico intercontinental da parte da Coreia do Norte.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt"><p lang="en" dir="ltr">…they do <span class="caps">NOTHING</span> for us with North Korea, just talk. We will no longer allow this to continue. China could easily solve this problem!</p>— Donald J. Trump (@realDonaldTrump) <a href="https://twitter.com/realDonaldTrump/status/891442016294494209">29 de julho de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> A Coreia do Norte diz que o sucesso de mais um lançamento constitui um <strong>aviso sério</strong> a Washington, já que o <strong>Hwasong 14</strong> poderia chegar à cidade californiana de <strong>Los Angeles</strong>.</p> <p>Um primeiro teste com o mesmo tipo de míssil foi levado a cabo no início do mês.<br /> <br /> <strong>Proposta chinesa</strong><br /> <br /> A China propôs à Coreia do Norte um <strong>congelamento</strong> dos programas de mísseis balísticos e de armas nucleares no início deste ano.</p> <p>Em troca, a Coreia do Sul e os Estados Unidos fariam uma <strong>pausa</strong> nos exercícios militares conjuntos, que os norte-coreanos encaram como uma <strong>ameaça</strong>.</p> <p>Mas Pyongyang decidiu <strong>continuar</strong> com os testes, para preocupação da Coreia do Sul e do Japão, que falam numa ameaça direta.</p> <p>Pequim é visto na região como o único <strong>aliado</strong> da Coreia do Norte, mantendo boas relações comerciais com Pyongyang, para <strong>desagrado</strong> dos Estados Unidos. </p> <p>Washington deseja que a China impeça o acesso da parte da Coreia do Norte a moeda estrangeira, de forma a isolar de forma mais eficaz a economia do país.</p>