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Passchaendale: o marco dos horrores da I Guerra Mundial


Bélgica

Passchaendale: o marco dos horrores da I Guerra Mundial

Os cem anos passados sobre a batalha de Passchendaele, uma das mais mortais da Primeira Grande Guerra, foram assinalados esta segunda-feira.

Os reis belgas, o príncipe Carlos, o filho,príncipe William e a mulher, tal como a primeira-ministra Theresa May lembraram os mais de meio milhão de mortos e feridos, entre Aliados e tropas alemãs, da batalha de 103 dias no oeste belga.

O sangrento confronto tornou-se num símbolo dos horrores da guerra, quando a Grã Bretanha lançou uma ofensiva contra as forças germânicas. A pesada chuva transformou as terras baixas da Flandres em campos de lama, imobilizando tanques e paralisando a infantaria.

Carwyn Jones, primeiro-ministro do país de Gales declarou: “É extremamente importante para nós aqui hoje lembrar e honrar todos aqueles que aqui estiveram, pela sua bravura e, claro, pela sua coragem. Obrigado, obrigado a todos.”

Cerca de 4 mil familiares leram diários e cartas pessoais de soldados.

Neste campo de batalha jazem ainda milhares de corpos que nela pereceram.