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Mossul em ruínas

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De  Euronews
Mossul em ruínas

<p>Destruição e morte. </p> <p>É este o cenário que os milhares de iraquianos encontram quando regressam às suas casas, em Mossul, após as forças governamentais terem reconquistado a cidade.</p> <p>A icónica mesquita de Al-Nuri, no centro histórico e onde o líder do autoproclamado Estado Islâmico, Abu Bakr al-Baghdadi, proclamou o califado em 2014, está reduzida a escombros.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">A <span class="caps">NYT</span> photojournalist documented the devastating toll within ISIS’s last holdout area in Mosul’s Old City <a href="https://t.co/eWE1wEVA0S">https://t.co/eWE1wEVA0S</a> <a href="https://t.co/raSkyhKoh0">pic.twitter.com/raSkyhKoh0</a></p>— The New York Times (@nytimes) <a href="https://twitter.com/nytimes/status/892458679710224384">August 1, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>Os residentes de Mossul pedem, agora, o apoio de Bagdade para reconstruírem a cidade.</p> <p>“Já viram alguém a viver em casas como estas? Não é possível. Há cadáveres no interior e o cheiro é terrível. No mínimo, o Governo deveria remover este lixo”, pede um dos habitantes da zona ocidental da cidade.</p> <p>No hospital de Mossul, a Cruz Vermelha Internacional presta tratamento médico a milhares de adultos e crianças. Muitos foram obrigados a combater. </p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">A city shattered by war: Humanitarian assistance is just the beginning of bringing <a href="https://twitter.com/hashtag/Mosul?src=hash">#Mosul</a> back to life. <a href="https://t.co/SIF8SAlkP7">pic.twitter.com/SIF8SAlkP7</a></p>— <span class="caps">ICRC</span> (@ICRC) <a href="https://twitter.com/ICRC/status/892713399217381377">August 2, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>“Tenho uma bala de metralhadora. Quero lutar e participar na guerra”, afirma o pequeno Galid Khalaf, seis anos.</p> <p>Segundo as autoridades, alguns combatentes do Daesh estão ainda entrincheirados nos escombros. </p> <p>Mais de dois mil jihadistas permanecem na região.</p>