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Colômbia rejeita opção militar dos EUA para a Venezuela

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De  Euronews
Colômbia rejeita opção militar dos EUA para a Venezuela

<p>A Colômbia não alinha numa eventual intervenção militar estrangeira na Venezuela.</p> <p>Na sexta-feira, Donald Trump admitiu a ação militar entre as muitas opções para um país onde o Presidente dos Estados Unidos diz haver “muita gente a sofrer e a morrer”.</p> <p>Ao lado do vice-presidente norte-americano Mike Pence, o líder colombiano Juan Manuel Santos garantiu: “A América Latina — todos os países, diria eu — não concordariam com uma intervenção militar (na Venezuela). Uma transição no regime venezuelano rumo à democracia deve ser uma transição pacífica.”</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="es" dir="ltr">Le expresé al <a href="https://twitter.com/VP"><code>VP</a> que EE.UU. no debe contemplar una intervención militar en Venezuela. América es un continente de Paz, mantengámoslo así. <a href="https://t.co/xyC9NjvQLA">pic.twitter.com/xyC9NjvQLA</a></p>— Juan Manuel Santos (</code>JuanManSantos) <a href="https://twitter.com/JuanManSantos/status/896902386517553152">14 de agosto de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>Mike Pence não colocou de parte a solução pacífica, mas reforçou o aviso manifestado dias antes pelo chefe da Casa Branca.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="en" dir="ltr">The United States will not rest and will not relent until Venezuela is restored to a full and prosperous democracy. <a href="https://twitter.com/hashtag/VPinSA?src=hash">#VPinSA</a> <a href="https://t.co/TBOVKdY91D">pic.twitter.com/TBOVKdY91D</a></p>— Vice President Pence (@VP) <a href="https://twitter.com/VP/status/896881900261842944">13 de agosto de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>“Os Estados Unidos, a Colômbia e as nações livres da América Latina não vão ficar em silêncio. A Venezuela está a derrapar para uma ditadura e, como Presidente Trump já o disse, os Estados Unidos não vão ficar a assistir à derrocada da Venezuela”, reiterou Pence.</p> <p>Após a ameaça de Donald Trump, o ministro venezuelano da Comunicação anunciou durante o fim de semana uma marcha anti-imperialista a realizar esta segunda-feira, numa publicação pelas redes sociais da internet acompanhada pela “hashtag” #StopTrump (n.: Parar Trump).</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="pt" align="center"><p lang="es" dir="ltr">Mañana <span class="caps">LUNES</span> 14/8 9AM Marcha Antiimperialista en rechazo a amenaza militar contra Venezuela. <span class="caps">CANTV</span> AvLibertador hasta Miraflores <a href="https://twitter.com/hashtag/StopTrump?src=hash">#StopTrump</a> <a href="https://t.co/dTs8KitzpX">pic.twitter.com/dTs8KitzpX</a></p>— Ernesto Villegas P. (@VillegasPoljak) <a href="https://twitter.com/VillegasPoljak/status/896819166640037888">13 de agosto de 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p></p> <p>O executivo de Nicolás Maduro cerra fileiras, apela à união da América Latina contra os Estados Unidos e ignora as acusações de estar a implementar uma ditadura no país que tem as maiores reservas de petróleo do mundo e está a atravessar há meses uma grave crise política, social e económica.</p> <p>1:20 end</p>