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Transexuais podem permanecer nas Forças Armadas

O secretário norte-americano da Defesa, Jim Mattis, informou que um grupo de peritos está examinar as implicações que essa proibição tem e "o que é melhor para a eficácia do combate militar que leva à vitória no campo de batalha".

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Transexuais podem permanecer nas Forças Armadas

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Os militares transexuais podem permanecer nas Forças Armadas dos Estados Unidos da América enquanto estiver a ser analisada a ordem de Donald Trump que proíbe o ingresso de pessoas transgénero.

Em comunicado, o secretário norte-americano da Defesa, Jim Mattis, informou que um grupo de peritos está examinar as implicações que essa proibição tem e “o que é melhor para a eficácia do combate militar que leva à vitória no campo de batalha”.

No dia 26 de julho, Trump anunciou que iria alterar a lei criada pelo antecessor, Barack Obama, que abriu as Forças Armadas ao serviço dos transexuais.




O presidente alega que a permanência destas pessoas representa um elevado custo médico com tratamentos hormonais de mudança de sexo.

A nova lei deve entrar em vigor em março de 2018.

A decisão da Casa Branca foi alvo de críticas e protestos dos grupos de defesa dos direitos LGBT membros das Forças Armadas e da União Americana pelas Liberdades Civis.

Estima-se que mais de seis mil transexuais sirvam nas forças norte-americanas.