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Guterres apela ao fim das operações contra os Rohingya

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De  Euronews
Guterres apela ao fim das operações contra os Rohingya

<p>O secretário geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, apelou às autoridades de Myanmar (antiga Birmânia), a porem fim às operações militares contra a minoria Rohingya.</p> <p>“Apelo às autoridades birmanesas a suspenderem as atividades militares e a violência e a que façam respeitar a lei”, disse o secretário geral da <span class="caps">ONU</span>, durante uma conferência de imprensa.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="en" dir="ltr">I call on the Myanmar authorities to suspend military action, end violence, uphold the rule of law & allow humanitarian aid.</p>— António Guterres (@antonioguterres) <a href="https://twitter.com/antonioguterres/status/907999341297721344">13 septembre 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> Quando questionado sobre a pertinência do uso da expressão “limpeza étnica” para descrever o que se passa no país asiático, de maioria budista, o secretário geral perguntou se, quando “um terço dos Rohingya” se vê obrigado a fugir do país, “haveria melhores palavras para descrever a situação.”</p> <p>Guterres disse que a crise em Myanmar contribuia para a instabilidade na região e referiu ainda que a situação humanitária era “catastrófica” e pediu que todos os membros da Comunidade Internacional ajudassem. <br /> <br /> <strong>Um exemplo clássico de limpeza étnica</strong><br /> <br /> A <span class="caps">ONU</span> tem manifestado preocupação com a violência da parte do Estado birmanês sobre os Rohingya e o Alto-Comissário para os Direitos Humanos, Zeid Raad al-Hussein, referiu-se à situação como “um exemplo clássico de limpeza étnica”.</p> <p>As Nações Unidas dizem que quase 400 mil pessoas de etnia Ronhingya abandonaram solo birmanês no final de agosto, encontrando-se atualmente no vizinho Bangladesh.<br /> <br /> <blockquote class="twitter-tweet" data-lang="fr"><p lang="en" dir="ltr">Violence in Myanmar has created a humanitarian catastrophe. Aid has been severely disrupted and 380,000 refugees have fled to Bangladesh.</p>— António Guterres (@antonioguterres) <a href="https://twitter.com/antonioguterres/status/907999062435213313">13 septembre 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script><br /> <br /> A população fugiu, segundo a <span class="caps">ONU</span>, da repressão levada a cabo pelo exército birmanês, que lançou uma operação militar no oeste do país, depois de um conjunto de ataques da parte dos rebeldes Rohingya.</p> <p>O porta-voz presidencial birmanês precisou que 176 aldeias de maioria Rohingya se encontram atualmente vazias, depois da fuga dos residentes no estado de Rakhine (oeste).</p> <p><strong>Com agências. Em atualização</strong></p>