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Catalunha: Puidgemont abre a porta à declaração unilateral de independência

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De  Euronews
Catalunha: Puidgemont abre a porta à declaração unilateral de independência

<p>Depois de um dia de forte tensão e de confrontos nas ruas de diversas cidades, a Assembleia Nacional da Catalunha apelou à concentração dos independentistas na Praça da Catalunha. </p> <p>Perante milhares de pessoas, o presidente do governo regional, Carles Puidgemont, afirmou:<br /> “Nesta jornada de esperança e sofrimento, os cidadãos da Catalunha adquiriram o direito de obter um estado independente sob a forma de uma república. Em consequência, o meu governo vai enviar nos próximos dias, o resultado do referendo de hoje ao parlamento da Catalunha, sede da expressâo da soberania do nosso povo, de forma a que este possa agir de acordo com a lei do referendo”. </p> <p>É a porta aberta à declaração unilateral de independência.</p> <p>De acordo com as autoridades catalãs, <a href="https://www.theguardian.com/world/live/2017/oct/01/catalan-independence-referendum-spain-catalonia-vote-live">os eleitores exprimiram-se a 90 por cento a favor da independência</a> Nas ruas o ambiente era um misto de festa e de tristeza pelos confrontos:</p> <p>“Eu não podia imaginar que isto ia terminar assim. Que a polícia iria estar contra a população que foi votar de forma democrática, é muito triste. Sinto-me impotente”, afirma uma jovem.</p> <p>Outra, refere: “Ainda que se saiba que este referendo não é válido, que não tem nada de legal, ao menos que nos oiçam e que toda a gente possa votar”.</p> <p>O antigo líder do partido <a href="http://www.bbc.com/news/magazine-29077213">pró-independência do Québec</a> no Canadá, Karl Péladeau, refere que “o povo catalão é uma ótima fonte de inspiração para os que no Québec ou noutros locais querem a independência”.</p> <p>A repórter da euronews, Cristina Giner refere: “O referendo catalão foi suspenso pelo Tribunal Constitucional e agora está nas mãos dos políticos tentarem acalmar a tensão social e sararem a fratura institucional aberta entre o governo catalão e o executivo espanhol.</p>