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O escândalo Weinstein: novas revelações

A publicação New Yorker diz que 13 mulheres afirmam ter sido vítimas de assédio sexual da parte de Weinstein.

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O escândalo Weinstein: novas revelações

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A publicação norte-americana New Yorker diz que 13 mulheres afirmam ter sido vítimas de assédio sexual da parte do produtor Harvey Weinstein e que pelo menos três delas dizem ter sido violadas.

Há cerca de uma semana, o New York Times publicou um artigo em que alegou que Weinstein abusou de várias mulheres ao longo de décadas.

A Polícia de Nova Iorque e o procurador do distrito judicial de Manhattan confirmaram que Weinstein foi investigado por acusações de abusos sexuais relacionadas com uma das mulheres citadas no artigo da New Yorker, num caso que data de 2015.

Gravação e flagrante delito

A atriz italiana Ambra Battilana Gutierrez chegou a um acordo com a polícia e aceitou um segundo encontro com o produtor, que gravou para as autoridades, segundo o New Worker.

As acusações de violação foram negadas pela representante do produtor, que adiantou que todas as relações foram consentidas. Georgina Chapman, a mulher de Weinstein, disse que iria deixá-lo depois de 10 anos de casamento.

Segundo o New York Times, Gwyneth Paltrow disse ter sido assediada sexualmente pelo produtor. O caso terá acontecido há cerca de vinte anos.

O diário nova-iorquino conta também que Angelina Jolie terá escolhido “não voltar a trabalhar com Weinstein” depois de uma primeira experiência.

Depois de pedir desculpa pelo seu comportamento, Weinstein foi despedido do cargo de direção na Weinstein Company.

O Comité Nacional do Partido Democrata e vários políticos Democratas disseram que pretendiam doar os fundos recebidos da parte de Weinstein a organizações dos direitos das mulhares. A antiga candidata Democrata às presidenciais de novembro de 2016 disse estar “chocada” com a notícia e que “esse tipo de comportamento não é tolerável.”