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O assédio sexual para lá de Harvey Weinstein


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O assédio sexual para lá de Harvey Weinstein

O produtor norte-americano Harvey Weinstein pode até estar acostumado ao brilho da atenção mediática, mas num ápice passou a ser alvo de pressão da opinião pública pelos piores motivos.

Nem as doações milionárias a favor do Partido Democrata o tornaram imune às críticas da antiga secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, na sequência das acusações que vieram a público de três décadas de assédio sexual e chantagem.

“É importante não nos concentrarmos apenas nele, nas consequências que podem advir destes relatos, mas antes reconhecermos que este tipo de comportamento não pode ser tolerado em lugar algum. Seja no mundo do entretenimento ou da política. Tem de haver um reconhecimento de que precisamos de lutar contra este tipo de ação que é sexista e misógina”, sublinhou Hillary Clinton.

Foi esse reconhecimento que acabou por provocar o afastamento temporário de Roy Price, responsável da Amazon Studios. Price foi acusado de alegadamente ter assediado Isa Dick Hackett, produtora da série “O Homem do Castelo Alto”, que embalada pela polémica teve coragem de expor o caso.

O responsável da Amazon Studios também terá, ao que tudo indica, ignorado o testemunho da atriz Rose McGowan que denunciou ter sido violada pelo produtor Harvey Weinestein.

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