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Antigo presidente do Comité Olímpico do Brasil na mira da justiça

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Antigo presidente do Comité Olímpico do Brasil na mira da justiça

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O Ministério Público Federal avançou, esta quarta-feira, com acusações de corrupção contra o antigo presidente do Comité Olímpico do Brasil, Carlos Arthur Nuzman, detido a 5 de outubro.

Em causa está, entre outras coisas, um alegado esquema que revelou a compra de votos, por cerca de dois milhões de dólares, em nome da atribuição dos Jogos Olímpicos de 2016 ao Rio de Janeiro.

Além de Nuzman, estão também acusados Sérgio Cabral, antigo governador do estado do Rio de Janeiro, e Leonardo Gryner, braço-direito de Nuzman e diretor de marketing do Comité Olímpico Brasileiro.

A completar a lista surgem os nomes do empresário Artur Soares, dos senegaleses Papa Massata Diack e Lamine Diack, ambos membros africanos do Comité Olímpico Internacional.

Artur Soares terá, ao que tudo indica, servido de intermediário para Sérgio Cabral pagar à delegação africana.

De acordo com o Ministério Público, Carlos Nuzman e Leonardo Gryner terão sido um elo de ligação para organizar o mecanismo de suborno.