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Reino Unido entre o baixo desemprego e a inflação em alta

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De  Euronews
Reino Unido entre o baixo desemprego e a inflação em alta

<p>Os números do desemprego no Reino Unido são os mais baixos dos últimos 42 anos. Segundo os dados anunciados esta quarta-feira pelo Instituto Nacional de Estatística britânico, a taxa de desemprego registada em agosto cifrou-se nos 4,3 por cento.</p> <p><blockquote class="twitter-tweet" data-lang="en"><p lang="en" dir="ltr">The unemployment rate for June to August 2017, at 4.3%, was the joint lowest since 1975 <a href="https://t.co/LWZUoVZTjA">https://t.co/LWZUoVZTjA</a> <a href="https://t.co/uaywJv0EZE">pic.twitter.com/uaywJv0EZE</a></p>— <span class="caps">ONS</span> (@ONS) <a href="https://twitter.com/ONS/status/920576395251736576?ref_src=twsrc%5Etfw">October 18, 2017</a></blockquote><br /> <script async src="//platform.twitter.com/widgets.js" charset="utf-8"></script></p> <p>No entanto, o aumento dos salários não acompanha o elevado ritmo de criação de trabalho ou a inflação. O aumento dos preços atingiu os 3 por cento, mas o governador do Banco de Inglaterra, Mark Carney, está confiante na estabilização da inflação.</p> <p>“Esperamos que a inflação cresça em torno dos números de outubro ou de novembro e, assim, subindo potencialmente acima do nível de 3 por cento”, referiu o canadiano, que em 2013 se tornou o primeiro estrangeiro a liderar a instituição.</p> <p>“Nós ainda enfrentamos um custo entre a inflação acima do estipulado e a necessidade, a vontade – e isso vai para um objetivo secundário – de apoiar o emprego e a atividade económica”, acrescentou.</p> <p>Os salários aumentaram apenas 2,1 por cento em relação ao ano passado, mas estão ainda ao nível dos ordenados pagos em 2006. O Banco de Inglaterra enfrenta agora o dilema de equilibrar a inflação perante o abrandamento da economia, ao diminuir o consumo privado e o investimento interno.</p>