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Harvey Weinstein cada vez com mais dedos apontados


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Harvey Weinstein cada vez com mais dedos apontados

O escândalo rebentou há 3 semanas e a lista de acusações do foro da agressão sexual sobre mulheres a Harvey Weinstein já conta com dezenas e continua a crescer.

Desta vez foi a atriz norueguesa Natassia Malthe a vir a público, em Nova Iorque e juntamente com a advogada numa conferência de imprensa, para alegar ter sido violada por Weinstein em 2008:

“Ele forçou a entrada no meu quarto, depois lembro-me que tirou as calças e se sentou na cama. Senti pânico. Disse que me podia dar um papel num filme com a contrapartida de dormir com ele para o conseguir. Eu estava sentada na cama a conversar com ele quando me puxou para trás e me forçou. Não foi consensual. Ele não usou preservativo”, foi o testemunho direto de Malthe sobre Weinstein.

O objetivo, segundo a advogada, é responsabilizar a companhia que Weinstein fundou e de que foi agora expulso face às vítimas:

“Na altura destes incidentes, o senhor Weinstein trabalhava para a The Weinstein Company. Esta empresa anunciou publicamente que está preocupada com as vítimas e que quer que elas tenham justiça. Contudo e até à data nada fez para mostrar que é sincera nessas intenções, nem disse que medidas vai tomar para atingir esse proclamado objetivo de justiça para as vítimas”, declarou Gloria Allred.

Depois da história publicada pelo New York Times que denunciava acordos financeiros de Weinstein com 8 mulheres para não ser exposto, as denúncias multiplicaram-se.

Quentin Tarantino, cuja carreira teve a base de apoio de Weinstein desde Pulp Fiction, já admitiu que sabia, mas que não teve coragem de denunciar o produtor dos seus aclamados filmes.

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