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Quénia: afluência às urnas abaixo dos 35%

A comissão eleitoral afirma que a afluência às urnas situou-se nos 34,5%.

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Quénia: afluência às urnas abaixo dos 35%

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No Quénia as tensões permanecem elevadas enquanto se aguardam os resultados das eleições presidenciais levadas a cabo na quinta-feira.

Várias bolsas de violência persisteme já há a registar mais um morto esta sexta-feira em confrontos com as forças de segurança. Na quinta-feira, a violência entre manifestantes e forças da ordem causou pelo menos um morto.

A comissão eleitoral afirma que a afluência às urnas situou-se nos 34,5%, um contraste com os 80% registados em agosto aquando do escrutínio anulado pelos tribunais.

“Estamos fartos de política. Queremos que a vida continue com normalidade. Enquanto trabalhadores informais estamos a ser afetados e é difícil”, diz Fred Mutuku, residente de Nairobi e um dos milhares de trabalhadores informais.

“Os políticos precisam de se sentar e falar às pessoas. Cada um deve falar às pessoas que os vão ouvir e mostrar-lhes que o Quénia é um só tal como tem sido nos últimos anos” afirma Agnes Kinya, rececionista em Nairobi

Nas ruas reina um clima de tensão. Tudo sugere que o apelo ao boicote feito pela oposição surtiu efeito e a fraca afluência às urnas vai minar a legitimidade do presidente Kenyatta.