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A pose desvendada de Magritte


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A pose desvendada de Magritte

Cientistas da Universidade de Liège recriaram, virtualmente, um quadro de René Magritte, de 1927. O artista tinha cortado a tela em quatro partes, para reutilizá-la.

Por debaixo da pintura de "Deus não é um santo", de 1935, foi encontrada uma parcela de "encantada", que retrata uma mulher nua e que o pintor tinha destruído:

"Eu penso que ele destruiu essa pintura porque estava numa profunda crise económica. Era o final dos anos vinte, início dos anos trinta, ele não tinha dinheiro, regressava de Paris sem um tostão e então decidiu reciclar as suas pinturas mais antigas, aquelas sobre as quais não se sentia tão confiante, ou que não o satisfaziam, então cortou esta em quatro partes", explicou David Strivay, da Universidade de Liège.

A obra tinha sido descoberta, e fazia parte do catálogo de Magritte, graças a uma fotografia da época, chegou a pensar-se que o quadro estava desaparecido.

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