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Charles Manson: A morte do "diabo" da América

Autoridades prisionais confirmam morte "por causas naturais" do assassino em série norte-americano.

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Charles Manson: A morte do "diabo" da América

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O assassino em série Charles Manson faleceu esta segunda-feira no hospital aos 83 anos de idade.

A morte foi confirmada pelas autoridades prisionais da Califórnia, dias depois depois do detido ter sido hospitalizado de urgência em estado grave.

O homem que se tinha autoproclamado como “o diabo”, guru da seita racista “Família Manson” cumpria uma pena de prisão perpétua por uma vaga de seis assassínios no final dos anos sessenta nos arredores de Los Angeles.

Em duas jornadas sangrentas de Agosto, batizadas “Helter Skelter”, o nome de uma canção dos Beatles, o grupo tinha vitimado várias pessoas, entre as quais a então mulher do realizador Roman Polanski, a atriz Sharon Tate.

Em 47 anos de cadeia, Manson tinha beneficiado de uma comutação da pena de morte para pena perpétua, sem obter a libertação antecipada após 12 pedidos recusados e sem evitar novos problemas com a justiça. Na prisão, Manson tinha sido acusado de agressões a guardas e presidiários, posse de arma e de telemóvel.