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Venda de armamento: um negócio em alta

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Venda de armamento: um negócio em alta

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A venda de armas está em alta. De acordo os dados disponibilizados pelo Sipri, Instituto Internacional de Pesquisa para a Paz sedeado em Estocolmo a venda de armamento e de serviços militares providenciados pelas maiores empresas de defesa representaram em 2016 cerca de 320 mil milhões de euros. Números que indicam um aumento de cerca de dois pontos percentuais em relação a 2015 e de 38 por cento face a 2002.

A ONG que publica o estudo revela que as empresas norte-americanas de armamento cresceram no ano passado quatro por cento. Um crescimento impulsionado pelas operações militares em curso em países estrangeiros, bem como, pela exportação de equipamento militar. A contribuir para esta subida estão as vendas efetuadas pela Lockheed Martin, o maior fabricante de armamento do mundo que só no ano passado cresceu 11 por cento.

Na Europa ocidental, o total de vendas atingiu, em 2016, os 78 mil milhões de euros. Um montante representa um crescimento de 0,2 face a 2015. De acordo com o estudo, a vendas de armas em países como a França e a Itália diminuiu, contrariando a tendência registada em empresas britânicas e alemãs

A ONG sublinha que quem está à frente nas exportações são os Estados Unidos, segue-se o Reino Unido e a Rússia.