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Revista do ano desportivo

Para arrancar com o resumo desportivo do ano começamos pelo desporto-rei.

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Revista do ano desportivo

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Para arrancar com o resumo desportivo do ano começamos pelo desporto-rei.

No Millenium Stadium, em Cardiff, o Real Madrid chegou aos 12 títulos da Liga dos Campeões. Os merengues, liderados por Cristiano Ronaldo, bateram a Juventus por 4-1.

A “Velha Senhora” não conseguiu deter o ímpeto dos rivais que celebraram o título pelo segundo ano consecutivo.

No ténis, um duelo de titãs colocou frente-a-frente Roger Federer e Rafael Nadal na final do Open da Austrália. O suíço bateu o espanhol. Foi a quinta vez que Federer conquistou o torneio. Não erguia o troféu desde 2010.

Entre as mulheres, Serena Williams venceu a irmã Venus na final do Open da Austrália, antes de se ausentar por causa da gravidez.

Em solo francês, o espanhol Rafael Nadal venceu, pela décima vez, o torneio de Roland Garros. Bateu na final o suíço Stan Wawrinka.

Este ano, o velocista jamaicano Usain Bolt despediu-se das pistas. Não foi além do terceiro lugar na última final dos 100 metros da carreira nos Mundiais de Atletismo, em Londres. Justin Gatlin foi o vencedor. Bolt saiu de cena em baixo ao lesionar-se na prova de 4×100 metros estafetas. Caiu ao chão e assim ficou.

O piloto britânico Lewis Hamilton conquistou pela quarta vez o Mundial de Fórmula 1. Igualou os quatro cetros do francês Alain Prost e do alemão Sebastian Vettel, ficando apenas atrás dos sete do alemão Michael Schumacher e dos cinco do argentino Juan Manuel Fangio.

Nos Estados Unidos, os Golden State Warriors conquistaram o quinto título de campeões da Liga norte-americana de Basquetebol ao vencerem em casa os Cleveland Cavaliers.

O Super Bowl deste ano será recordado como o mais emocionante da história. Os New England Patriots sagraram-se campeões, mas sofreram para conquistar o quinto título nacional. Bateram na final os Houston Falcons por 34-28 no prolongamento.

Colin Kaepernick foi o primeiro de muitos desportistas que se manifestaram contra a injustiça racial ao som do hino nacional dos Estados Unidos. A ação gerou uma reação em cadeia, incluindo a de vários jogadores da Liga Nacional de Futebol Americano que se manifestaram antes do início dos jogos.

No golfe, o veterano Sergio Garcia deu uma nova alegria ao desporto espanhol. Conquistou pela primeira vez um “Masters” de golfe ao vencer o Masters de Augusta, nos Estados Unidos, num ‘play-off’ com o norte-americano Justin Rose.

Já o lendário Tiger Woods voltou a ter problemas com a justiça, desta vez por conduzir sob o efeito de álcool e drogas.

No ciclismo, o britânico Chris Froome fez história ao conquistar na mesma época a “Vuelta” e o “Tour de France.” 2017 termina ensombrado pela notícia de que Froome acusou um nível excessivo de um medicamento para a asma num teste antidoping feito durante a “Vuelta” de Espanha.

“O Comité Olímpico Internacional (COI) decidiu suspender o Comité Olímpico Russo com efeito imediato.” Foi desta forma que o presidente do COI, Thomas Bach, pôs termo a qualquer possibilidade da delegação russa participar nos Jogos Olímpicos de inverno de Pyeongchang, em 2018.

O ano foi marcado também por uma das transferências mais badaladas de sempre no mundo do futebol. O Paris Saint-Germain quebrou recordes com a contratação do brasileiro Neymar. Seguiu-se a do francês Kylian Mbappé, o segundo jogador mais caro da história do futebol.

Este foi também o ano em que o avançado italiano Francesco Totti pendurou as chuteiras. Tanto ele como os compatriotas verão o Mundial de 2018 pela televisão. Itália foi afastada pela Suécia. A seleção transalpina falha pela primeira vez a fase final de um campeonato do mundo desde 1958.

No judo, o francês Teddy Riner, imparável, conquistou o décimo título mundial.

Terminamos com uma notícia curiosa que marcou o ano. Aconteceu na maratona de Veneza. O italiano Eyob Faniel cortou a meta em primeiro lugar. Isto depois de os principais atletas internacionais favoritos à vitória se terem enganado no caminho.